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Estátua da Liberdade: passeio gratuito em Nova York

Estátua da Liberdade: passeio gratuito em Nova York

A Estátua da Liberdade é, sem dúvida, um dos maiores símbolos de Nova York. O mais legal é que dá para fazer um passeio para ver esse monumento sem gastar nada! Isso mesmo! Vou explicar tudo aqui neste post.

Um dos monumentos mais famosos do mundo, a Estátua da Liberdade estava no topo da minha lista de pontos turísticos em Nova York. Mas, com o dólar nas alturas, tudo o que a gente consegue economizar é muito bem-vindo, não é mesmo?

A Estátua da Liberdade fica na ilha chamada de Liberty Island e, por isso, é acessível somente de barco. Tem o passeio oficial que custa a partir de US$ 18,50 para ir à plataforma onde fica a Estátua.

Caso queira ir até os “pés” do monumento (pedestal), precisará desembolsar mais US$ 18,50 ou, ainda, adicionar mais US$ 21,50 para subir até a coroa. Nesses casos, é necessário comprar o ingresso online com data marcada. Atualmente, as reservas para ir até a coroa só estão disponíveis para dois meses à frente.

 

Voltando ao meu caso, eu superqueria subir na Estátua da Liberdade, mas além de ser muito caro, achei que ela é um pouco “baixinha” (menos de 100 metros de altura) perto dos outros observatórios de Nova York que eu ainda ia conhecer, como o One World Trade Center, o Empire State e o Top of The Rock. Então, com tanta dificuldade de data e preço, resolvi que não compensava pagar não!

Outro fator que me fez mudar de ideia foram os relatos de alguns turistas que o local para subir na Estátua da Liberdade é mega-apertado e desconfortável, já que não há elevadores. Ao todo, é necessário subir mais de 200 degraus até o pedestal e 354 degraus até a coroa. Decidi não encarar.

Mas queria ver a Estátua da Liberdade de qualquer jeito. Então, me indicaram um passeio gratuito, com o ferry (balsa) que leva passageiros da Staten Island, em Manhattan, para o St. George Terminal, sem custo nenhum.

Além de não pagar nada, o ferry funciona diariamente, 24 horas por dia, a cada 30 minutos. Mais fácil, impossível! E de graça! Tive que aproveitar!

Como é o passeio gratuito para a Estátua da Liberdade?

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Vista da Estátua da Liberdade a partir do ferry gratuito (Foto: Passaporte Digital)

 

O passeio gratuito de ferry passa bem próximo à Estátua da Liberdade e rende lindas fotos. Se você quiser vê-la mais de perto, mas não faz questão de ir até a base dela ou está com o orçamento mais apertado, eu aconselho muito!!!!

Para fazer esse passeio grátis, basta chegar até a Staten Island Ferry, uma “estação” de onde partem os barcos. É super fácil chegar até lá de metrô. Basta descer na estação South Ferry. Você desce na porta da Staten Island Ferry Terminal.

Chegando à Staten Island, entre e suba as escadas rolantes e aguarde a próxima balsa. Só isso! Não precisa comprar ticket, nada! 

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O metrô para na porta da Staten Island Ferry, de onde saem as balsas para ver a Estátua da Liberdade (Foto: Passaporte Digital)

As balsas saem de 30 em 30 minutos e o percurso dura em torno de meia hora. Você vai apreciando a paisagem, com uma linda vista de Manhattan.

As balsas têm três andares, então acomodam muito bem centenas de passageiros. É uma delícia!

Para voltar, é só descer na estação de St George e aguardar a saída da próxima balsa.

Mas eu aconselho ficar um tempinho por ali e conhecer o novo Empire Outlet, que fica a alguns passos da saída do ferry.

Dica da Alê: Para ter a melhor vista da Estátua da Liberdade no ferry, na ida, escolha o lado direito do barco para tirar melhores fotos. No retorno, opte pelo lado esquerdo.

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Ferry de três andares que leva passageiros gratuitamente de Manhattan a St. George (Foto: Shynia Suzuki)

 

CONFIRA A MATÉRIA SOBRE O NOVO OUTLET DE NOVA YORK AQUI.

E como faz para subir na Estátua da Liberdade?

Se você não se contentar em ver a Estátua da Liberdade do ferry gratuito, é possível subir no monumento, como eu expliquei.

Mas atenção, só compre os bilhetes no site oficial ou em empresas credenciadas, para não cair em furadas. 

Dica da Alê: Se você decidir fazer o passeio oficial, chegue cedo. Tem muita gente para embarcar e a espera pode durar mais de uma hora. O percurso todo dura cerca de 3 horas, dependendo do tipo de visitação que você escolher.

Antes de embarcar, todos os visitantes passam por uma checagem de segurança, parecida com a do aeroporto. Bolsas grandes, mochilas, carrinhos de bebês e outros itens grandes devem ser guardados em armários alugados na Liberty Island.

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Vista a partir da coroa da Estátua da Liberdade em foto feita por um turista – eu infelizmente não fui até este ponto (Foto: Rob Young)

 

Dá para ir até a coroa da Estátua?

Como eu disse, para subir na coroa é um pouco mais complexo. Você precisa comprar um ingresso adicional com pelo menos dois meses de antecedência pelo site oficial.

O acesso para subir à coroa é feito por escadas. Por isso, caso tenha algum problema de mobilidade é bom checar antes a possibilidade de fazer o passeio, ok?

Ingressos para visitar a Estátua da Liberdade

Se você decidir visitar a Estátua da Liberdade, deve comprar o ingresso no Castle Clinton, localizado no Battery Park, bem pertinho do ponto de embarque ou no site Statue Cruises.com.

Muitas pessoas também compram o ingresso em combos de atrações combinadas vendidos por empresas de turismo, que costuma sair mais barato mesmo! Verifique se vale a pena!

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Passeio gratuito e delicioso para ver a Estátua da Liberdade – mesmo que pequenininha (Foto: Passaporte Digital)

Horário de funcionamento

A balsa que passa na frente da Estátua da Liberdade funciona todos os dias, 24 horas.

Já as visitas para o pedestal e coroa podem ser feitas das 9h às 15h30, com o último retorno às 17h. No verão, o horário inicial é 8h30, com a última ida as 16h30 e último retorno às 18h15. O intervalo entre as balsas varia de 30 a 45 minutos.

 

Novo museu da Estátua da Liberdade

Caso opte pelo passeio oficial (pago), o ingresso inclui também a visita à outra ilha, a Ellis Island. É lá que está o Museu da Estátua da Liberdade, a mais nova atração da Liberty Island.

Este museu pode ser visitado por todos que estiverem na ilha, então você não precisa comprar ingresso separado. No museu, você vai ver exibições sobre a história e curiosidades sobre a Estátua da Liberdade.

 

De onde surgiu a Estátua da Liberdade?

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Depois de 10 anos para ser construída, a Estátua da Liberdade foi desmontada em centenas de peças e enviada aos Estados Unidos (Foto: Semilla Luz)

 

Principal cartão-postal da cidade de Nova York, a Estátua da Liberdade foi um presente da França para os Estados Unidos em comemoração ao centenário da independência norte-americana, comemorado no ano de 1876.

O escultor do monumento, por sua vez, foi Frédéric Auguste Bartholdi, que teria se inspirado na própria mãe para criar o rosto da estátua.

O trabalho começou em 1875 e levou dez anos. A “casca” foi feita com 80 toneladas de cobre norueguês, montada sobre uma estrutura de aço projetada por Alexandre Gustave Eiffel, sim aquele mesmo da Torre Eiffel!

Quando terminou de ser construída, a estátua foi desmontada em centenas de peças e enviada aos Estados Unidos em um navio.

A inauguração oficial só ocorreu em 28 de outubro de 1886, pois foram necessários vários meses para que o monumento fosse devidamente montado e fixado em solo americano.

“Liberdade Iluminando o Mundo” é o nome de “batismo” do monumento. Incluindo a base, ele alcança 93 metros de altura.

 

Combine a visita à Estátua da Liberdade a outros pontos turísticos

Bolsa de Valores e a famosa Wall Street ficam próximos à Estátua da Liberdade (Foto: Passaporte Digital)

Para otimizar o seu tempo de viagem, meu conselho é visitar a Estátua da Liberdade pela manhã, passear pelo Empire Outlet ali próximo e fechar o dia com uma passada pelo Financial District, que dá para ir caminhando.

O Financial District, como o nome diz, é o coração financeiro de Nova York (podemos dizer do mundo né?). É ali que está a famosa bolsa de valores de Wall Street, a Trinity Church e o Federal Hall.

Ah, não posso me esquecer do famoso touro de Wall Street, o Charging Bull. Dizem que passar a mão nas partes baixas da escultura traz dinheiro. Eu não quis pagar esse mico! rs… Além de que é bem concorrido tirar foto com ele, hein?.

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Para tirar foto com o touro tem que pegar fila (Foto: Passaporte Digital)

O One World Trade Center, o Memorial 11 de Setembro e a nova estação (magnífica) The Oculus também estão próximas da área da Estátua da Liberdade. Mas como são passeios que levam mais tempo, eu dedicaria um outro dia para visitá-los. No entanto, se estiver com tempo, dá para combinar no roteiro também!

CONTINUE LENDO: Dicas para conhecer os principais pontos de Nova York

 


Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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Convento da Penha: lugar de oração e uma vista incrível

Convento da Penha: lugar de oração e uma vista incrível

O Convento da Penha, uma dos mais famosos cartões-postais do Espírito Santo, não é um lugar restrito para quem é católico ou quer fazer uma oração. O local é um dos maiores pontos turísticos de Vila Velha e tem uma vista espetacular que vale muuuito a visita!

Eu já fui ao Convento da Penha várias vezes. Minha família é do Espírito Santo e toda vez que ia passar férias na casa da minha avó, sempre dava uma passada por lá. O que mais me encanta nesta igreja é, sem dúvida, a paz que se tem quando estamos apreciando a vista lá dos 154 metros de altura.

 

O Convento da Penha fica inscrustado na rocha. Você chega até lá a pé, em uma caminhada de 1,5 quilômetro, de carro ou de van que leva até o largo principal (também conhecido como Campinho), por R$ 5 (ida e volta). De lá, ainda tem um trecho de escadaria (de pedra original), produto do trabalho dos escravos no ano de 1643. São 365 degraus até chegar à igreja em si.

VEJA TAMBÉM: Conheça as praias de Vitória

Há várias vistas panorâmicas lindas de lá de cima, de onde se pode avistar a cidade de Vitória, a própria cidade de Vila Velha, o Morro do Moreno e a Terceira Ponte, emoldurados pelo mar e por trechos de Mata Atlântica. 

A igreja em si também é bem bonita, com paredes revestidas com madeira em cedro. No altar, remodelado em 1910, há mais de 200 peças de 19 tipos diferentes de mármore. No local ocorrem missas diariamente, em diferentes horários (confira abaixo).

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A vista de Vitória já vale a visita ao Convento da Penha (Foto: Passaporte Digital)

Ladeira da Penitência

Quando cheguei ao Convento da Penha quis fazer o percurso a pé. É um trecho tranquilo, de 1,5 quilômetro pela estrada principal (a mesma que a van passa)! Suei um pouco, mas sem cansaço.

Outra opção de ir pela “Ladeira da Penitência” que é uma via de acesso ao Convento da Penha exclusiva de pedestre, também conhecida como a “Ladeira das Sete Voltas. Devido à declividade acentuada e calçamento feito de pé-de-moleque, o trecho de 457 metros exige maior esforço para subir ou descer.

O nome de “Ladeira das Sete voltas” é devido as curvas graciosas; e toda ela como que serpenteia pela mata, com seus recantos maravilhosos e convidativos à meditação e à oração a cada volta. As Sete Voltas também insinuam as “Sete Alegrias de Nossa Senhora”, devoção instituída e propagada pela Ordem Franciscana: anunciação, visita da prima Isabel, nascimento de Jesus, recebimento do Espírito Santo, apresentação de Jesus no templo, ressurreição e ascensão de Nossa Senhora.

Campinho

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Vista da cidade de Vila Velha emoldurada pelo mar e pela Mata Atlântica (Foto: Passaporte Digital)

Campinho é o local que fica no sopé do penhasco, uma área mais ampla onde são realizadas festas religiosas e missas para um número maior de pessoas, já que a igreja do Convento em si é bem pequena.

Do Campinho, tem-se uma das mais belas imagens do Convento da Penha, onde as duas palmeiras se destacam e “seguram” um terço.

Também neste espaço plano está construída a Capelinha de São Francisco, uma loja de artigos religiosos e uma lanchonete.

 

Sala dos Milagres

Sala dos Milagres com imagem de Nossa Senhora da Penha, local onde os peregrinos pagam promessas (Foto: Passaporte Digital)

A Sala dos Milagres é o local onde os devotos deixam objetos, vestimentas e fotos de pedidos e graças alcançadas. 

É na Sala dos Milagres que fica também a imagem de Nossa Senhora da Penha esculpida por Carlo Crepaz, em 1958, uma réplica da imagem original.

 

Convento da Penha: história

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Capela do Convento da Penha foi construída em 1558! (Foto: Passaporte Digital)

 

Em uma localização privilegiada, a 500 metros do mar e 154 metros de altitude está o Santuário de Nossa Senhora da Penha, fundado por Frei Pedro Palácios, em 1558!

No início, Frei Pedro Palácios encontrou abrigo numa gruta de pedra, atualmente denominada Gruta de Frei Pedro Palácios, que tem ao lado o oratório de construção anterior à sua chegada ao Espírito Santo.

Em 1562, construiu uma capela dedicada a São Francisco de Assis, no local hoje denominado largo do Convento (Campinho), e em 1568, foi edificada, no cume do penhasco, a Capela que recebeu a imagem de Nossa Senhora da Penha, vinda de Portugal em 1569.

Ao longo do tempo, a Capela foi sendo ampliada, e em anexo, foi construído, em várias etapas, o Convento da Penha, cuja pedra fundamental data de 1650.

Marco da arquitetura do período colonial brasileiro, o Convento da Penha foi tombado como patrimônio histórico cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1943. 

 

Horário de missa no Convento da Penha

Se você quer ir para rezar, confira o horário de missas do Convento da Penha:

De segunda a sexta: 6h, 7h, 9h30 e 15h (às quartas, horário extra às 15h, no Campinho)
Sábados: 6h, 7h30, 9h, 11h e 15h30
Domingos: 5h, 7h, 9h, 11h, 14h e 16h

O local funciona diariamente para visitação, das 05h30 às 16h45.

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Depois de 1,5 km, o turista tem de subir 365 degraus para chegar à capela (Foto: Passaporte Digital)

 

Convento da Penha: como chegar

Para chegar ao Convento da Penha é muito fácil. Se estiver em Vitória, cidade vizinha, é só atravessar de carro a Terceira Ponte e o Convento da Penha está logo a direita, dentro do bairro Prainha.

 

Convento da Penha: endereço

R. Vasco Coutinho, s/nº, Prainha – Vila Velha (ES)

 

Convento da Penha: entrada

A entrada ao Convento da Penha é gratuita.


Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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Praias de Vitória: o que esperar de cada uma delas

Praias de Vitória: o que esperar de cada uma delas

Apesar de pouco conhecidas pelo grande público, as praias de Vitória são uma ótima opção para quem quer viajar para um lugar gostoso no litoral e mais econômico para o bolso.

As praias de Vitória reúnem o que todo mundo gosta: tem águas calmas para crianças, como a famosa praia de Curva da Jurema. Tem praia boa para praticar esportes e caminhar, como Camburi. Tem praias mais tranquilas e mais reservadas, como as da Ilha do Boi e da Ilha do Frade.

LEIA TAMBÉM: Conheça o Convento da Penha, lugar de oração com uma vista deslumbrante

Enfim, eu sou um pouco suspeita para falar de Vitória, pois é a terra dos meus avós – e onde passei férias maravilhosas na minha infância e adolescência. Mas a verdade é que a capital do Espírito Santo ainda é pouco explorada pelos turistas. Uma pena porque tem muitos atrativos e muitas praias deliciosas, não só em Vitória, mas principalmente em outros pontos do litoral capixaba.

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Praias de Vitória: Camburi é a maior e a mais famosa da capital capixaba (Foto: Passaporte Digital)

As praias de Vitória são ótimas para quem gosta de praias limpas, tranquilas em um ambiente de cidade grande, mais urbano, com shopping, trânsito, comércio e tudo o que uma capital tem para oferecer. 

É verdade que as praias de Vitória não são as mais bonitas do Espírito Santo, mas são bem gostosas para passar um fim de semana ou feriado prolongado. Ou esticar as férias em outras cidades capixabas, como a vizinha Vila Velha ou Guarapari.

A seguir, eu mostro um pouco o que as praias de Vitória têm de melhor para oferecer. Confira.

 

Praias de Vitória: o que esperar de cada uma delas

 

Praia Curva da Jurema

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Praia Curva da Jurema, em Vitória: ideal para ir com crianças (Foto: Passaporte Digital)

Entre as praias de Vitória, a que eu mais frequentei na minha infância foi a Curva da Jurema. De águas tranquilas e sem ondas, é quase uma piscina salgada, ótima para ir com crianças ou para nadar. Tem boa infraestrutura com quiosques e alguns coqueiros que fazem uma sombrinha especial. Ah, experimente o picolé da Kiabai de coco… é maravilhoso.

Outra coisa legal que achei na praia Curva da Jurema é que tem guarda-vidas, uma segurança a mais para os pais que querem levar os filhos para curtir essa praia capixaba.

Achei bem interessante também a estrutura para esportes náuticos e stand up paddle na Curva da Jurema, além de passeios de veleiro. A praia também faz parte do Projeto Praia Acessível, com rampa para cadeirantes chegarem até a areia.

A Curva da Jurema está localizada entre a Praça dos Desejos e a Ilha do Boi, pertinho do Shopping Vitória. Aliás, atrás do shopping tem um deck com uma vista linda da Terceira Ponte, um dos cartões-postais de Vitória. Vale a pena dar um pulo lá e tirar lindas fotos!

Dica da Alê: Ah, quem estiver por lá no fim de semana pode curtir a feira da Praça dos Namorados à noite. Localizada entre as praias de Camburi e Curva da Jurema, a simpática feirinha tem artesanato, brinquedos para as crianças e comidinhas deliciosas. Eu curti bastante uma torta capixaba. Vale a visita (mas só funciona de sábado e domingo à noite).

Localização da Praia Curva da Jurema: No acesso que interliga a Avenida Américo Buaiz à ponte da Ilha do Frade.

Veja também: Vila Velha e arredores

 

Praia de Camburi

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Praia de Camburi, a maior de Vitória, tem seis quilômetros de extensão (Foto: Passaporte Digital)

Outra praia bacana, a maior de Vitória, é a de Camburi, com seis quilômetros de extensão. Com um calcadão todo reformado é ótima para caminhar, além de uma ciclovia muito boa para andar de bike ou de patinete. Aliás, tem aluguel por aplicativo de bicicletas e patinetes por toda a orla. 

Quem preferir ir para a areia, a praia de Camburi tem quadras para jogar futebol e vôlei. Já o mar, tem ondas, mas nada exagerado, dá para nadar.

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Praia de Camburi é excelente para andar no calçadão e praticar esportes na areia (Foto: Passaporte Digital)

A Praia de Camburi fica na parte mais ao norte da cidade, na sequência da Praia da Curva da Jurema. 

Nesta praia, a mais frequentada de Vitória, tem também uma estrutura de quiosques ao longo do calçadão. Aos domingos, parte da rua fica fechada para carros, para que os pedestres possam caminhar com mais tranquilidade.

Localização da Praia de Camburi: Avenida Dante Michelini, com ponto de início na Ponte de Camburi, que faz divisa com o bairro Praia do Canto.

Ilha do Boi

A Ilha do Boi também é muito boa para ir com crianças. Com uma faixa menor areia, é mais tranquila e reservada, fica em meio a uma área residencial.

Se estiver de carro, a dica é chegar cedo para não ter dificuldade de estacionar. 

A Praia Grande ou Praia da Esquerda é um recanto natural e com sombras proporcionadas por árvores. A Praia Pequena ou Praia da Direita fica nas proximidades. 

Ambas ficam a poucos minutos da Praia do Canto e de Jardim da Penha.

Localização da Ilha do Boi: Rua Renato Nascimento Daher Carneiro

 

Ilha do Frade

Embora seja pequena e mais difícil de chegar, a Ilha do Frade é bem gostosa. Na praia de Castanheiras, as sombras das árvores é o que chama a atenção dos frequentadores.

Possui pequenas piscinas naturais, entre pedras, propícias para as crianças, além do mar aberto, para quem prefere nadar.

Para chegar a essa praia, precisa fazer uma pequena caminhada entre a vegetação e as pedras da Ilha do Frade.


Alessandra Oggioni

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Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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Fim da cobrança de bagagem em voo nacional

Fim da cobrança de bagagem em voo nacional

Eba!!! Foi aprovado no Senado nesta quarta-feira (22 de maio) o fim da cobrança de bagagem despachada em voo nacional. Será liberada gratuitamente uma mala de até 23 quilos por passageiro sem taxa adicional.

Em 2017, quando começaram as cobranças adicionais pelo despacho de bagagem em voos domésticos, as companhias aéreas alegaram que, com a medida, conseguiriam reduzir as tarifas das passagens. Na prática, sabemos que não foi bem assim que aconteceu.

Por isso, fiquei feliz com a notícia do fim da cobrança de bagagem em voos pelos Brasil! Agora, falta só a sanção do presidente Jair Bolsonaro para a regra começar a valer, o que deve acontecer em até 15 dias.

VEJA TAMBÉM: O que fazer no caso de extravio de bagagem

Lembrando então que a regra é clara! Cada passageiro em voo nacional pode despachar uma mala de até 23 quilos em aeronaves acima de 31 assentos, ou uma mala de 18 quilos em aeronaves de 21 até 30 assentos ou uma bagagem de 10 quilos para as aeronaves de até 20 assentos.

Além da questão da bagagem, a medida provisória aprovada no Senado também libera a possibilidade de 100% de capital estrangeiro na composição acionária das companhias aéreas brasileiras.

Sem cobrança de bagagem de mão

cobrança de bagagem

Bagagem de mão de até 10 quilos pode ser levada no avião (Foto: Passaporte Digital)

 

Além de despachar uma mala de até 23 quilos, os passageiros também podem levar uma bagagem de mão que esteja dentro das especificações permitidas.

O tamanho máximo permitido para levar a mala dentro do avião em voos nacionais é de 55 cm de altura, 35 cm de largura e 25 cm de profundidade e ter, no máximo, 10 quilos.

Ah, as rodinhas e alças contam no tamanho sim!

Além da mala com essas medidas, você também pode levar um artigo pessoal, que pode ser:

  • Bolsa
  • Sacola pequena (de Duty Free)
  • Mochila de notebook
  • Bolsa de bebê
  • Casaco ou jaqueta
  • Guarda-chuva sem ponta
  • Binóculos
  • Máquina fotográfica
  • Livro ou revista
  • Alimentação infantil para consumo durante a viagem

Mesmo podendo levar um item a mais como bagagem de mão, eles também precisam seguir as dimensões máximas de 45 cm x 35 cm x 20 cm (altura, largura e comprimento).

Ah, artigos esportivos em geral (prancha de surfe, bicicleta etc.), alguns instrumentos musicais e outros tipos de bagagem especial deverão ser incluídos nas taxas de franquia, da mesma forma que uma bagagem comum, se passarem do tamanho permitido.

Já bengalas, muletas, andadores, cadeiras de rodas, carrinho de bebê e outros equipamentos do gênero podem ser levados na cabine de passageiros, exceto quando as dimensões inviabilizarem o transporte na cabine. Caso os equipamentos precisem ser despachados, serão enviados como “bagagem prioritária”.

Se você precisa levar medicamentos que exigem resfriamento, deverá transportá-los em um recipiente apropriado e mantê-lo sob seu cuidado e responsabilidade ao longo de toda a viagem.

A bagagem de mão é de responsabilidade total do dono. As companhias aéreas não se responsabilizam por perda ou extravio da mala. Portanto, é necessário cuidado e atenção. Já a mala despachada, se extraviada, cabe à companhia resolver a questão.

LEIA MAIS: Bagagem em voos internacionais

 


Alessandra Oggioni

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Hopi Hari: vale a pena visitar o parque?

Hopi Hari: vale a pena visitar o parque?

Dez anos depois e com dois filhos, eu finalmente voltei ao Hopi Hari para conferir como está o parque de diversões. Neste post, conto como foi minha experiência por lá, se ainda vale a pena conhecer, como estão as atrações e os brinquedos.

Para quem ainda não conhece, o Hopi Hari é um parque de diversões localizado na cidade de Vinhedo, a 70 quilômetros da capital paulista. Dá para fazer um bate-volta tranquilo, em uma hora e meia de viagem, mais ou menos.

Estive lá em um feriado no meio da semana! Achei que ia estar lotado, com muita fila, mas me surpreendi! Estava bem tranquilo, com quase nenhuma espera nos brinquedos, especialmente nas atrações infantis.

Particularmente, meus filhos de 5 e 7 anos adoraram o parque. Desde a última vez que estive no Hopi Hari, por volta de 2009, eu tive a impressão que o local não tinha tantas coisas para crianças menores. Agora, está ótimo para levar os pequenos!

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Hopi Hari fica a 70 quilômetros de São Paulo, excelente para um bate-volta (Foto: Passaporte Digital)

Aliás, logo na entrada eles medem a altura da criança e colocam uma pulseirinha. Assim fica mais fácil saber em quais atrações seu filho pode ir, para não gerar frustrações quando estiver no brinquedo (e passar longe).

Eu achei que as crianças aproveitaram bastante. Fomos na roda-gigante, no rio bravo, no hotel assombrado, no minielevador, no carro de bate-bate, no foguetinho que voa, na xícara maluca, no carrossel, no carrinho de bombeiro, na montanha-russa mirim!

Os nomes das atrações não são estes, na verdade… rs, mas assim dá para saber do que estou falando!

 

Hopi Hari tem atrações para todas as idades?

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Hopi Hari tem atrações para crianças menores e também brinquedos mais radicais (Foto: Passaporte Digital)

O parque é dividido em cinco áreas diferentes, com brinquedos bem variados. Embora eu tenha ido com crianças e, por isso, tenha focado mais nas atrações infantis, achei que o parque também oferece diversão para os jovens.

Veja como fica a divisão do Hopi Hari:


– Mistieri

Minha opinião: essa área é a mais legal para quem gosta de coisas mais radicais. É onde fica a montanha-russa de madeira, que chega a 100 km por hora, mas chacoalha demais! Você sai com um pouco de dor nas costas! Rs…

O que tem nessa área?

  • Montezum: Montanha-russa de madeira, com 1.024 m de extensão e velocidade de até 103 km/h.
  • Vurang: Montanha-russa no escuro, com carrinhos que giram em torno do próprio eixo durante subidas e descidas.
  • Katakumb: pirâmide que abriga a montanha-russa Varung Ekatomb, em cadeirinhas que giram para frente e para trás em torno do próprio eixo.
  • Simulákron: Sala de cinema em forma de pirâmide onde os visitantes passam por uma simulação de montanha-russa.
  • Vulaviking: barco viking

VEJA TAMBÉM: Passeios com crianças perto de São Paulo

 

– Wild West

Minha opinião: aqui fica um dos brinquedos que eu mais gostei: o rio bravo. Estava um dia quente, e se molhar foi delicioso para refrescar um pouco. Nesta parte do Hopi Hari tudo imita o velho-oeste. Tem até um hotel mal-assombrado.

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Crianças menores também aproveitam o Hopi Hari. Aqui, saímos completamente molhados do Rio Bravo (Foto: Passaporte Digital)

O que tem nessa área?

  • Rio Bravo: em uma espécie de barco, até 8 pessoas percorrem um rio de 600 m com leve correnteza e muitos respingos de água.
  • West River Hotel: hotel mal-assombrado onde você entra em um carrinho e passa por cenas “assustadoras”. Recomendo ir somente com crianças maiores de 7 anos. Meu filho de 5 anos ficou com um pouco de medo!
  • Evolution: brinquedo que gira e deixa todo mundo de cabeça para baixo. 

 

– Looney Tunes

Minha opinião: Essa foi a área que mais fiquei, por conta da idade dos meus filhos, é a parte mais infantil do parque. Tudo estava funcionando perfeitamente e sem filas! Gostei da conservação dos brinquedos e da limpeza! Aprovado!

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Na área mais infantil do Hopi Hari tem o foguetinho que sobe e desce ao comando da criança (Foto: Passaporte Digital)

O que tem para fazer nesta área?

  • Kastel di Lendas: castelo encantado onde os visitantes embarcam em um barquinho, vai passando e vendo bonecos que mostram lendas pelo Brasil. As crianças gostaram, mas eu achei bem antiguinho.
  • Giranda Pokoto: tradicional carrossel
  • Komboio: pequenos caminhões enfileirados que andam sobre trilhos para as crianças imaginarem que estão na direção. 
  • Giralata Brinquedo: é a famosa xícara maluca em formato de latas de tinta.
  • Dispenkito: um minielevador de 6 metros que despenca várias vezes.
  • Konfront: Foguetinho que sobe e desce ao comando da criança.

 

LEIA TAMBÉM: Conheça a Cidade das Abelhas, em Cotia


– Aribariba

Minha opinião: eu queria ter explorado melhor esta parte, tematizada como os personagens da Liga da Justiça, mas como eu estava com criança, não pude aproveitar muito. Adorei o brinquedo do looping do Superman, uma montanha-russa de propulsão bem radical!

Se estiver calor, aproveite para se refrescar em uma fonte que jorra água do chão! Aliás, leve sempre o protetor solar, pois a região de Vinhedo geralmente é bem quente.

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Katapul é um dos brinquedos mais radicais do Hopi Hari (Foto: Passaporte Digital)

O que tem para fazer nesta área?

  • Katapul: é o brinquedo do Superman, onde os carrinhos atingem a velocidade de 100 km/h, com looping e percurso da volta de ré.
  • Parangolé: chapéu-mexicano, com cadeiras suspensas por cabos.
  • Eléktron: Duas gôndolas giram 360º em torno de um eixo central, mantendo-se sempre paralelas ao chão.
  • Vambatê: carrinhos de bate-bate.
  • Minimontanha-russa do Batman

 

– Kaminda Mundi

Minha opinião: É a parte logo na entrada do parque, onde está a roda-gigante, com 44 metros de altura. Eu gostei do visual lá de cima, e a fila também não estava tão grande. Dá duas voltas (uma parando e outra completa). Nada de mais, uma roda-gigante normal! Rs.

Nessa área é onde fica a La Tour Eiffel, aquele elevador que despenca, mas que permanece fechado desde o acidente fatal com a adolescente Gabriela Nichimura, em 2012.

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Do alto da roda-gigante de 40 metros se tem uma ótima vista do parque (Foto: Passaporte Digital)

O que tem para fazer nessa área?

  • Giranda Mundi: roda gigante com 44 m de altura com vista para todo o parque. Dá duas voltas, sendo uma delas completa e outra parando para pegar/retirar passageiros.
  • Cinétrion: Cinema em 3D. Informe-se sobre a programação.
  • Theatro di Kaminda: acomoda 700 pessoas. Informe-se sobre a programação.ip

 

Hopi Hari vale a pena?

Essa é uma pergunta difícil de responder de forma genérica, pois acho que depende muito do interesse de cada um e das expectativas.

Eu, particularmente, gostei da experiência, especialmente pela parte infantil, já que o foco ali eram as crianças mesmo. Então, no meu caso, o passeio em família valeu super a pena!

Muita gente diz que o Hopi Hari é uma espécie de “Orlando Brasileira”, mas acho um completo exagero. Quem conhece os parques da Flórida não vai comparar. São coisas completamente diferentes, com realidades diferentes.

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Evolution: uma das atrações radicais do Hopi Hari (Foto: Passaporte Digital)

Aliás, o Hopi Hari está se recuperando ainda, depois de um período fechado (em 2017), crise financeira e, o mais triste, o acidente fatal que tirou a vida de uma adolescente, em 2012.

Mas, em resumo: eu achei o parque bem limpo, organizado, com funcionários educados e atrações bem diversificadas, com bastante opção para criança pequena. Dito isso, para mim, valeu a pena voltar ao Hopi Hari 10 anos depois da minha última visita!

 

😜 Pontos positivos:

1 – O parque está bem estruturado, grama aparada e limpeza excelentes (inclusive nos banheiros).
2 – Todos os brinquedos estavam em funcionamento (com exceção da torre que ainda está fechada ao público).
3- Área infantil estava bem organizada, com muitas atrações para os pequenos.
4- Muitos banheiros e bebedouros espalhados pelo parque, o que facilita muito quando se está com crianças.
5- Atendentes simpáticos e atenciosos.

😬 Pontos de melhoria:

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Carrossel não tinha todos os cavalinhos, mas as crianças amam! (Foto: Passaporte Digital)

1- A atração Castelo das Lendas está bem ruim, precisando de uma renovação. Os bonecos estão bem desgastados e os cenários bem antigos.
2- Alguns banheiros estavam sem tranca interna.
3- Carrossel faltavam alguns cavalinhos (rs).
4- Estacionamento caro!

 

🍔 Onde comer no Hopi Hari?

Tem bastante opção para comer no Hopi Hari. Vi restaurantes e lanchonetes com refeições, pizza, hambúrguer, churrasco e salgados.

Alguns restaurantes têm ambiente interno (com ar-condicionado) e outros têm mesinhas ao ar livre (com guarda-sol). O Saloon, por exemplo, tem prato com arroz, frango e batatas. Na área da Sala de Justiça, tem uma área de alimentação enorme com mais opções.

Claro que também tem quiosques com sorvete, pipoca, algodão doce e todas esses doces que não podem faltar em um parque de diversões.  

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Não basta ser mãe, tem que participar (Foto: Passaporte Digital)

 

Hopi Night, shows e outras atrações

O Hopi Hari também oferece alguns shows temáticos e fotos com personagens. Confesso que não deu tempo de participar de nenhum, mas quem tiver interesse pode procurar na entrada do parque o calendário do dia ou ficar atento às plaquinhas nas atrações com os horários dos shows.

Depois do horário de funcionamento dos brinquedos, eles promovem o Hopi Night, uma balada dentro do parque. Achei bem bacana!

 

Hopi Hari Ingresso

O valor do ingresso individual é R$ 109,90. 

Crianças de até 1 metro de altura e maiores de 65 anos não pagam. Pessoas com deficiência permanente têm gratuidade do passaporte e o acompanhante paga meia-entrada (limitado a uma pessoa).

Os aniversariantes têm entrada gratuita na semana do aniversário, se estiver acompanhado de um pagante.

Dica da Alê: Fique atento no site, pois sempre tem promoção. Peguei uma oferta de R$ 109,90 compra um e ganha outro ingresso de adulto e com duas crianças grátis.

VIP Pass, uma espécie de crachá “fura-fila”, que dá acesso prioritário a algumas atrações. Você pode escolher até 8 atrações dentre as 10 oferecidas pelo VIP Pass para furar fila.

Guarda-Volumes: R$ 25.

Estacionamento: R$ 40 por carro (dia inteiro). 

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No Hopi Hari, crianças de até 1 metro de altura e maiores de 65 anos não pagam ingresso (Foto: Passaporte Digital)

Hopi Hari Horário de funcionamento

O Hopi Hari funciona às sextas, sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h30.

Consulte o site do parque antes da visita para se certificar de horários e aberturas especiais.

 

Hopi Hari: O que você precisa saber antes de ir

  • Pode levar mochila e bolsa no parque. Eles passam apenas por uma inspeção na entrada. Não pode entrar com objetos cortantes e perigosos, nem com guarda-chuva.
  • É permitido levar lanche e bebida (não-alcóolica).
  • O passaporte é válido para uma única entrada ao parque durante o dia da sua visita. Ao sair do parque o retorno será permitido somente com a compra de um novo ingresso.
  • Bolsa térmica, isopor, cooler ou qualquer tipo de utensílio de armazenamento, como garrafas térmicas, cantis, panelas e similares, estão proibidos.
  • Os itens adquiridos com preço normal podem ser remarcados uma única vez sem nenhum custo. Remarcações sucessivas e itens adquiridos com preço promocional terão custo de 5% (cinco por cento) do valor da compra cobrado a cada novo agendamento;

 

Endereço Hopi Hari:

Rodovia dos Bandeirantes, km 72 – Vinhedo, São Paulo.

 

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Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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