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Estátua da Liberdade: passeio gratuito em Nova York

Estátua da Liberdade: passeio gratuito em Nova York

A Estátua da Liberdade é, sem dúvida, um dos maiores símbolos de Nova York. O mais legal é que dá para fazer um passeio para ver esse monumento sem gastar nada! Isso mesmo! Vou explicar tudo aqui neste post.

Um dos monumentos mais famosos do mundo, a Estátua da Liberdade estava no topo da minha lista de pontos turísticos em Nova York. Mas, com o dólar nas alturas, tudo o que a gente consegue economizar é muito bem-vindo, não é mesmo?

A Estátua da Liberdade fica na ilha chamada de Liberty Island e, por isso, é acessível somente de barco. Tem o passeio oficial que custa a partir de US$ 18,50 para ir à plataforma onde fica a Estátua.

Caso queira ir até os “pés” do monumento (pedestal), precisará desembolsar mais US$ 18,50 ou, ainda, adicionar mais US$ 21,50 para subir até a coroa. Nesses casos, é necessário comprar o ingresso online com data marcada. Atualmente, as reservas para ir até a coroa só estão disponíveis para dois meses à frente.

 

Voltando ao meu caso, eu superqueria subir na Estátua da Liberdade, mas além de ser muito caro, achei que ela é um pouco “baixinha” (menos de 100 metros de altura) perto dos outros observatórios de Nova York que eu ainda ia conhecer, como o One World Trade Center, o Empire State e o Top of The Rock. Então, com tanta dificuldade de data e preço, resolvi que não compensava pagar não!

Outro fator que me fez mudar de ideia foram os relatos de alguns turistas que o local para subir na Estátua da Liberdade é mega-apertado e desconfortável, já que não há elevadores. Ao todo, é necessário subir mais de 200 degraus até o pedestal e 354 degraus até a coroa. Decidi não encarar.

Mas queria ver a Estátua da Liberdade de qualquer jeito. Então, me indicaram um passeio gratuito, com o ferry (balsa) que leva passageiros da Staten Island, em Manhattan, para o St. George Terminal, sem custo nenhum.

Além de não pagar nada, o ferry funciona diariamente, 24 horas por dia, a cada 30 minutos. Mais fácil, impossível! E de graça! Tive que aproveitar!

Como é o passeio gratuito para a Estátua da Liberdade?

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Vista da Estátua da Liberdade a partir do ferry gratuito (Foto: Passaporte Digital)

 

O passeio gratuito de ferry passa bem próximo à Estátua da Liberdade e rende lindas fotos. Se você quiser vê-la mais de perto, mas não faz questão de ir até a base dela ou está com o orçamento mais apertado, eu aconselho muito!!!!

Para fazer esse passeio grátis, basta chegar até a Staten Island Ferry, uma “estação” de onde partem os barcos. É super fácil chegar até lá de metrô. Basta descer na estação South Ferry. Você desce na porta da Staten Island Ferry Terminal.

Chegando à Staten Island, entre e suba as escadas rolantes e aguarde a próxima balsa. Só isso! Não precisa comprar ticket, nada! 

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O metrô para na porta da Staten Island Ferry, de onde saem as balsas para ver a Estátua da Liberdade (Foto: Passaporte Digital)

As balsas saem de 30 em 30 minutos e o percurso dura em torno de meia hora. Você vai apreciando a paisagem, com uma linda vista de Manhattan.

As balsas têm três andares, então acomodam muito bem centenas de passageiros. É uma delícia!

Para voltar, é só descer na estação de St George e aguardar a saída da próxima balsa.

Mas eu aconselho ficar um tempinho por ali e conhecer o novo Empire Outlet, que fica a alguns passos da saída do ferry.

Dica da Alê: Para ter a melhor vista da Estátua da Liberdade no ferry, na ida, escolha o lado direito do barco para tirar melhores fotos. No retorno, opte pelo lado esquerdo.

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Ferry de três andares que leva passageiros gratuitamente de Manhattan a St. George (Foto: Shynia Suzuki)

 

CONFIRA A MATÉRIA SOBRE O NOVO OUTLET DE NOVA YORK AQUI.

E como faz para subir na Estátua da Liberdade?

Se você não se contentar em ver a Estátua da Liberdade do ferry gratuito, é possível subir no monumento, como eu expliquei.

Mas atenção, só compre os bilhetes no site oficial ou em empresas credenciadas, para não cair em furadas. 

Dica da Alê: Se você decidir fazer o passeio oficial, chegue cedo. Tem muita gente para embarcar e a espera pode durar mais de uma hora. O percurso todo dura cerca de 3 horas, dependendo do tipo de visitação que você escolher.

Antes de embarcar, todos os visitantes passam por uma checagem de segurança, parecida com a do aeroporto. Bolsas grandes, mochilas, carrinhos de bebês e outros itens grandes devem ser guardados em armários alugados na Liberty Island.

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Vista a partir da coroa da Estátua da Liberdade em foto feita por um turista – eu infelizmente não fui até este ponto (Foto: Rob Young)

 

Dá para ir até a coroa da Estátua?

Como eu disse, para subir na coroa é um pouco mais complexo. Você precisa comprar um ingresso adicional com pelo menos dois meses de antecedência pelo site oficial.

O acesso para subir à coroa é feito por escadas. Por isso, caso tenha algum problema de mobilidade é bom checar antes a possibilidade de fazer o passeio, ok?

Ingressos para visitar a Estátua da Liberdade

Se você decidir visitar a Estátua da Liberdade, deve comprar o ingresso no Castle Clinton, localizado no Battery Park, bem pertinho do ponto de embarque ou no site Statue Cruises.com.

Muitas pessoas também compram o ingresso em combos de atrações combinadas vendidos por empresas de turismo, que costuma sair mais barato mesmo! Verifique se vale a pena!

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Passeio gratuito e delicioso para ver a Estátua da Liberdade – mesmo que pequenininha (Foto: Passaporte Digital)

Horário de funcionamento

A balsa que passa na frente da Estátua da Liberdade funciona todos os dias, 24 horas.

Já as visitas para o pedestal e coroa podem ser feitas das 9h às 15h30, com o último retorno às 17h. No verão, o horário inicial é 8h30, com a última ida as 16h30 e último retorno às 18h15. O intervalo entre as balsas varia de 30 a 45 minutos.

 

Novo museu da Estátua da Liberdade

Caso opte pelo passeio oficial (pago), o ingresso inclui também a visita à outra ilha, a Ellis Island. É lá que está o Museu da Estátua da Liberdade, a mais nova atração da Liberty Island.

Este museu pode ser visitado por todos que estiverem na ilha, então você não precisa comprar ingresso separado. No museu, você vai ver exibições sobre a história e curiosidades sobre a Estátua da Liberdade.

 

De onde surgiu a Estátua da Liberdade?

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Depois de 10 anos para ser construída, a Estátua da Liberdade foi desmontada em centenas de peças e enviada aos Estados Unidos (Foto: Semilla Luz)

 

Principal cartão-postal da cidade de Nova York, a Estátua da Liberdade foi um presente da França para os Estados Unidos em comemoração ao centenário da independência norte-americana, comemorado no ano de 1876.

O escultor do monumento, por sua vez, foi Frédéric Auguste Bartholdi, que teria se inspirado na própria mãe para criar o rosto da estátua.

O trabalho começou em 1875 e levou dez anos. A “casca” foi feita com 80 toneladas de cobre norueguês, montada sobre uma estrutura de aço projetada por Alexandre Gustave Eiffel, sim aquele mesmo da Torre Eiffel!

Quando terminou de ser construída, a estátua foi desmontada em centenas de peças e enviada aos Estados Unidos em um navio.

A inauguração oficial só ocorreu em 28 de outubro de 1886, pois foram necessários vários meses para que o monumento fosse devidamente montado e fixado em solo americano.

“Liberdade Iluminando o Mundo” é o nome de “batismo” do monumento. Incluindo a base, ele alcança 93 metros de altura.

 

Combine a visita à Estátua da Liberdade a outros pontos turísticos

Bolsa de Valores e a famosa Wall Street ficam próximos à Estátua da Liberdade (Foto: Passaporte Digital)

Para otimizar o seu tempo de viagem, meu conselho é visitar a Estátua da Liberdade pela manhã, passear pelo Empire Outlet ali próximo e fechar o dia com uma passada pelo Financial District, que dá para ir caminhando.

O Financial District, como o nome diz, é o coração financeiro de Nova York (podemos dizer do mundo né?). É ali que está a famosa bolsa de valores de Wall Street, a Trinity Church e o Federal Hall.

Ah, não posso me esquecer do famoso touro de Wall Street, o Charging Bull. Dizem que passar a mão nas partes baixas da escultura traz dinheiro. Eu não quis pagar esse mico! rs… Além de que é bem concorrido tirar foto com ele, hein?.

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Para tirar foto com o touro tem que pegar fila (Foto: Passaporte Digital)

O One World Trade Center, o Memorial 11 de Setembro e a nova estação (magnífica) The Oculus também estão próximas da área da Estátua da Liberdade. Mas como são passeios que levam mais tempo, eu dedicaria um outro dia para visitá-los. No entanto, se estiver com tempo, dá para combinar no roteiro também!

CONTINUE LENDO: Dicas para conhecer os principais pontos de Nova York

 


Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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11 lugares para esquiar no Chile e na Argentina

11 lugares para esquiar no Chile e na Argentina

Se você sempre teve o sonho de esquiar, comece a se preparar porque vai começar a temporada de neve no Chile e na Argentina.

Por estarem localizados na América do Sul, mais pertinho do Brasil, esquiar no Chile e na Argentina são alternativas que podem ficar mais em conta para quem sempre teve vontade de conhecer a neve e fazer esportes no gelo. Existem várias opções de estação de esqui nesses países (confira abaixo 11 delas).

Ah, e tanto faz se você é um iniciante, um quase-profissional ou que nunca tenha visto neve de perto, esquiar sempre é divertido, uma viagem perfeita para fazer no inverno, seja em casal ou em família.

A temporada de esqui na América do Sul costuma começar em junho e se estende até o fim de setembro ou começo de outubro, dependendo do local escolhido e da quantidade de neve do período.

LEIA TAMBÉM: Roteiro de 4 dias em Santiago, no Chile

Além de esquiar, os turistas podem aproveitar outras atrações, como caminhada (trekking), tubing (descida em boias) ou passeio de trenó ou, simplesmente, relaxar nas piscinas aquecidas ou spas.

Confira as principais estações para esquiar no Chile e na Argentina.

Estações para esquiar no Chile

 

1. Valle Nevado – Chile

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Valle Nevado, a 60 quilômetros de Santiago, é uma das principais opções para esquiar (Foto: Divulgação)

Com média anual de sete metros de neve, o Valle Nevado é uma das maiores estações de esqui da América do Sul.

Localizada a 60 quilômetros de Santiago, conta com 34 pistas, divididas em níveis diferentes, para novatos a profissionais. O local também dispõe de instrutores bilingues, inclusive em português, para facilitar as aulas de esqui ou snowboard, além de piscina aquecida, cinema, danceteria e academia.

O Valle Nevado também se destaca por sua ótima infraestrutura hoteleira e diversidade gastronômica e de atrações, ideal jovens que desejam esquiar e aproveitar a noite.

Na temporada 2019, além das já tradicionais aulas de esqui e snowboard individuais ou em grupos, o Valle Nevado também terá caminhadas com raquetes de neve e aulas de randonnée, espécie de marcha na neve. A previsão é que a temporada aconteça de 21 de junho a 27 de setembro de 2019.

🚩 Localização: Vitacura, Chile
🗻 Altitude do ponto mais alto: 3.670 metros
⛷  Pistas: 34
✅ Ideal: para famílias, grupos de amigos e praticantes de todos os níveis

 

2. Pucón – Chile

Em uma área vulcânica, dentro do Parque Nacional Villarrica, a estação da cidade de Pucón, a 789 quilômetros ao sul de Santiago, tem uma bela vista dos lagos, montanhas e bosques da região.

Com uma boa infraestrutura, o local tem escola de esqui e snowboard, miniclube para crianças, aluguel de equipamentos e também oferece serviços de fotografia profissional.

No total, são 20 pistas para diferentes níveis de esportistas, com nove meios de elevação com capacidade para transportar mais de 6 mil esquiadores por hora. Tem também rafting, cachoeiras e trilhas para caminhadas onde é possível chegar próximo ao vulcão.

🚩 Localização: Pucón, Chile
🗻 Altitude do ponto mais alto: 2.400 metros
⛷  Pistas: 20
✅ Ideal: para praticantes de todos os níveis e turistas mais aventureiros

3. Termas de Chillán

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Com 28 pistas, Termas de Chillán conta com hotéis e boa estrutura (Foto: Divulgação)

A 400 quilômetros de Santiago, no sul do Chile, Termas de Chillán conta com 32 pistas de esqui e snowboard, com ampla infraestrutura, inclusive com iluminação especial para prática noturna.

Todos os equipamentos são fornecidos no local, e há também aulas para iniciantes e espaço exclusivo para recreação com crianças. Para quem não quer esquiar, há passeios de trenó puxados por cachorros e motos de neve, além de área de paintball e piscinas de água vulcânica. Cassino, boate, spa e restaurantes típicos completam as atrações do resort.

🚩 Localização: Chillán, Chile
🗻 Altitude do ponto mais alto: 3.320 metros
⛷  Pistas: 30
✅ Ideal: para famílias com crianças e praticantes de todos os níveis

 

4. El Colorado – Chile

A apenas 40 quilômetros da capital chilena, El Colorado é uma das estações mais frequentadas por turistas que vão a Santiago e querem aproveitar para esquiar pelas redondezas.

O local fica na Cordilheira dos Andes e tem um terreno esquiável de 40 quilômetros, com 22 pistas – sendo 11 delas para iniciantes, quatro para nível intermediário, três para  avançado e quatro para profissionais. Quem não sabe esquiar, pode aprender na hora, com aulas particulares individuais e também para grupos de amigos, além de contar com atividades especiais para crianças e adolescentes.

🚩 Localização: Farallones, Chile
🗻 Altitude do ponto mais alto: 3.333 metros
⛷  Pistas: 22
✅ Ideal: para grupos de amigos, famílias com crianças e turistas com pouco tempo de estadia em Santiago

 

5. La Parva – Chile

Com boa infraestrutura, La Parva também é uma opção próxima a Santiago (Foto: Divulgação)

Quem procura um lugar mais tranquilo para praticar esportes de inverno, mas que ainda esteja próximo a Santiago, a opção é a estação de La Parva, na cordilheira chilena.

A menos de 50 quilômetros da capital, o local é mais luxuoso, bom para ir em família, já que tem um espaço para entreter as crianças.

A acomodação é, na verdade, um condomínio de casas e apartamentos para alugar – não é hotel. Com neve de boa qualidade, tem 30 pistas para diferentes níveis, que se interconectam com as do Valle Nevado (se comprar um tíquete especial). O lugar é ótimo para esquiar ou fazer snowboard ou heliski.

🚩 Localização: La Parva, Chile
🗻 Altitude do ponto mais alto: 2.750 metros
⛷  Pistas: 30
✅ Ideal: para casais e famílias com crianças

6. Portillo – Chile

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Portillo é uma excelente estação para esquiar com crianças (Foto: Divulgação)

Situado às margens de Laguna Del Inca, no coração dos Andes, a cerca de 160 quilômetros de Santiago e quase na fronteira com a Argentina, a estação de esqui Portillo é uma das mais tradicionais do Chile.

As 19 pistas para esquiar ficam dentro do hotel de mesmo nome e atendem a todos os níveis de praticantes do esporte. Para as crianças, o resort tem atividades específicas na neve, além de salão de jogos e parede indoor de escalada.

A estrutura do local conta, ainda, com teleféricos, aluguel de equipamentos, instrutores para aulas particulares e máquina de fabricar neve. Às quintas-feiras, há uma competição para hóspedes que tem até cerimônia de premiação simbólica.

🚩 Localização: Portillo, Chile
🗻 Altitude do ponto mais alto: 3.310 metros
⛷  Pistas: 19
✅ Ideal: para famílias com crianças e praticantes de todos os níveis

 

Estações para esquiar na Argentina

 

7. Catedral Alta Patagônia – Bariloche – Argentina

A 22 quilômetros do centro da cidade de San Carlos de Bariloche, Catedral Alta Patagônia é considerado um dos melhores e mais modernos centros de esqui do Hemisfério Sul.

O grande diferencial é com certeza a cidade de Bariloche, repleta de refinados restaurantes, lojas de roupas e souvenirs e atrações durante todo o ano.

Na estação, são 53 pistas, onde pode-se praticar esqui, snowboard, trenó, mountain bike e tubing (descida em boias) – sendo uma ótima opção para iniciantes nas modalidades. Um moderno sistema de fabricação de neve garante os floquinhos brancos em durante toda a temporada.

🚩 Localização: San Carlos de Bariloche, Argentina
🗻 Altitude do ponto mais alto: 2.000 metros
⛷  Pistas: 53
✅ Ideal: para todos os níveis de praticantes, jovens e famílias

 

8. Chapelco – Argentina

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Em Cerro Chapelco, na Argentina, fica a 20 km da cidade de San Martin de Los Andes (Foto: Divulgação)

 

A 20 quilômetros do centro da cidade de San Martin de los Andes, na província de Neuquen, região da Patagônia Argentina, está Chapelco, uma das mais charmosas estações de esqui e snowboard do país.

Em uma paisagem privilegiada, em meio a montanhas e bosques, o local é cercado por uma boa rede hoteleira, restaurantes especializados na cozinha regional, casas de chá e confeitarias, além de cassino e bares para curtir a noite.

Com 22 pistas, a estação oferece aluguel de equipamentos, aulas de esqui e snowboard, motoneve e trenó com cães, um passeio ideal para a família inteira.

🚩 Localização: San Martín de Los Andes, Argentina
🗻 Altitude do ponto mais alto: 1.980 metros
⛷  Pistas: 22
✅ Ideal: para todos os níveis de praticantes e famílias

 

9. Las Leñas – Argentina

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Las Leñas fica a 70 quilômetros da cidade de Malargue, na província de Mendoza, Argentina (Foto: Divulgação)

 

Localizada em um dos pontos mais altos da Cordilheira Andina, a 70 quilômetros da cidade de Malargue, na província de Mendoza, o Valle de Las Leñas conta com 29 pistas mundialmente reconhecidas pela qualidade da neve.

Ali, também é possível praticar o esqui noturno, em 2 mil metros de pistas iluminadas que funcionam aos sábados e às quartas-feiras. Para quem quer aprender truques na modalidade, o Snowpark é uma área de 1.500 metros para treinar saltos, usar lombadas e corrimão.

A estação também organiza expedições com instrutores profissionais e paramédicos, para quem quer ir um pouco além das pistas.

🚩 Localização: Mendoza, Argentina
🗻 Altitude do ponto mais alto: 3.430 metros
⛷  Pistas: 29
✅ Ideal: para todos os níveis de praticantes e famílias

 

10. Cerro Bayo – Argentina

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A linda paisagem da estação de Cerro Bayo, na Argentina (Foto: Divulgação)

 

Em meio a belos bosques e florestas, em uma área de 200 hectares, a estação de Cerro Bayo tem 22 pistas para todos os níveis, inclusive uma área de neve profunda que é um desafio para os mais experientes.

No total, são 12 quilômetros de pistas para esqui e snowboard e 12 meios de elevação, com capacidade para transportar mais de 6 mil passageiros por hora.

Em estilo “butique”, o local fica a 15 minutos da Villa La Angostura, na província de Neuquén, na Patagônia Argentina, com a melhor vista do lago Nahuel Huapi (a menos de uma hora de San Carlos de Bariloche).

🚩 Localização: Villa La Angostura, Argentina
🗻 Altitude do ponto mais alto: 1.782 metros
⛷  Pistas: 22
✅ Ideal: para todos os níveis de praticantes, especialmente os mais experientes

 

11. Cerro Castor – Argentina

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Em Ushuaia, a estação de esqui Cerro Castor tem pistas para diversos níveis (Foto: Divulgação)

Na cidade de Ushuaia, a estação Cerro Castor tem 25 pistas – muitas delas homologadas pela Federação Internacional de Esqui – e um snowpark com uma área total de 30 quilômetros.

Com boa qualidade de neve durante toda a temporada, sua localização permite manter temperaturas baixas e constantes durante todo o inverno.

Quem quiser aprender a esquiar ou fazer snowboard pode contar com 60 instrutores para aulas particulares em diferentes níveis. O resort oferece também passeios de trenó, motos de neve e esqui de travessia, opção para os mais aventureiros.

🚩 Localização: Ushuaia, Argentina
🗻 Altitude do ponto mais alto: 1.050 metros
⛷  Pistas: 25
✅ Ideal: para todos os níveis de praticantes

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Buenos Aires: explorando Caminito

Chile: 4 dias em Santiago


Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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Busch Gardens estreia nova montanha-russa: Tigris

Busch Gardens estreia nova montanha-russa: Tigris

O Busch Gardens, parque temático que fica em Tampa, pertinho de Orlando, estreia a montanha-russa de arremesso mais alta da Flórida: a Tigris, que atinge 100 quilômetros por hora a uma altura de 45 metros!

Esta é a nona montanha-russa do parque! A novidade da Tigris é que ela conta com triplo lançamento, uma série grande de loopings e movimentos para frente e para trás! É de tirar o fôlego!

No trajeto, os visitantes percorrerão 550 metros de trilhos de aço projetados para imitar a agilidade incrível de um dos maiores e mais poderosos felinos do mundo – o tigre.

A nova atração chega ao Busch Gardens Tampa Bay em 19 de abril de 2019, para reforçar a posição do parque como líder em atrações radicais na Flórida.

Veja o vídeo:

A Tigris se junta à lista das montanhas-russas mais famosas entre os amantes de adrenalina, que inclui a Cheeta Hunt, a montanha-russa mais longa do parque, SheiKra, que apresenta uma queda vertical de 60 metros de altura, Kumba e Cobra’s Curse.

Vale a pena visitar o Busch Gardens?

O parque Busch Gardens, em Tampa, na Flórida, fica a cerca de uma hora de Orlando, e é perfeito para quem gosta de atrações mais radicais. Isso porque o parque é repleto de montanhas-russas, sendo a Sheikra, com descida de 90 graus, a principal delas e também a que mais gostei (ainda não experimentei a nova!).

Apesar de ter bastante adrenalina, eu também indico também para quem está com crianças, porque tem a parte do zoológico que é muito legal. Vale a pena alugar um carro para ir até lá!

Reserve um dia inteiro para conhecer o parque. Embora ele feche geralmente às 18 horas, é bastante grande, com mais de 120 hectares, em um espaço que mistura de atrações radicais, zoológico com 12 mil animais e espetáculos ao vivo.

🙅 Dica da Alê: se você ama animais, além do zoológico do Busch Gardens pode também curtir um safari, o Serengeti Safari, onde é possível até alimentar girafas. O único problema é que o ingresso é pago a parte (a partir de US$ 29).

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A Tigris é a montanha-russa de arremesso mais alta do Estado da Flórida, com 45 metros (Foto: Divulgação)

Atrações imperdíveis no Busch Gardens

Sheikra: montanha-russa com descida a 90 graus. Experimente sentar na primeira fileira! É sensacional!
Cobra´s Curse: montanha-russa em formato de cobra, um pouco mais “suave”. VEJA MAIS AQUI.
Cheetah Hunt: montanha-russa com três arremessos que atinge 100 km/h.
Falcons Fury: um elevador de 100 metros de altura com queda a 96 km/h. 
Montu: outra opção de montanha-russa radical, com trilhos em cima. Muito legal!

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Sheikra: uma das montanhas-russas mais radicais do Busch Gardens (Foto: Passaporte Digital)

Busch Gardens – Tickets

O ingresso para o Busch Gardens custa a partir de US$ 84,99 no ticket single day. Mas a dica aqui é, se você pretende visitar outros parques da rede SeaWorld, fica mais em conta comprar o combo. Veja os preços AQUI no site do Busch Gardens.

Busch Gardens – Horários

Os horários de funcionamento do Busch Gardens variam conforme a época do ano ou o calendário de eventos especiais. Geralmente, funciona entre 10h e 18h. Verifique sempre no site do parque a data da sua visita para confirmar os horários de abertura e fechamento e programar melhor a sua viagem até Tampa.

Busch Gardens – Endereço

Endereço do Busch Gardens: 10165 N McKinley Dr – Tampa, FL 33612

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O que fazer em Veneza em apenas um dia

O que fazer em Veneza em apenas um dia

Quando se pensa em o que fazer em Veneza logo vem à cabeça a tradicional imagem do casal andando de gôndola. Mas Veneza, na Itália, tem muitos programas legais, como museus palácios, lojas e restaurantes, tudo isso em meio a canais e pontes que tornam a cidade um lugar único.

Muita gente me pergunta se é possível visitar Veneza em apenas um dia. Isso porque muitos turistas aproveitam a ida à Itália para incluir Veneza em um roteiro maior, mas aí acaba sobrando pouco tempo para explorar cada cantinho dessa maravilha de lugar.

Já digo que o ideal seriam pelo menos dois dias inteiros, para ver tudo com calma. Quando eu estive lá, cheguei de Florência de trem no começo da noite, dormi em um hotel na chamada Veneza Mestre (fora do burburinho e beeeem mais barato) e no outro dia conheci tudo com calma. Mas ainda assim acho que foi apertado.

o que fazer em veneza San Giorgio Maggiore

Veneza tem pontes, palácios e igrejas magníficas, como a San Giorgio Maggiore (Foto: Passaporte Digital)

Porém, nem sempre é possível ficar o tempo ideal. Então, se você quer saber o que fazer em Veneza em apenas um dia, vou ajudar com um ROTEIRO PRÁTICO DE 24 HORAS, com os programas e passeios imperdíveis para você conseguir aproveitar ao máximo sua estadia nessa cidade incrível!

Antes de partir para o ROTEIRO, vale dizer que Veneza é uma cidade pequena (e diferente de tudo o que já viu!), o que facilita a locomoção. Na verdade, Veneza é um arquipélago formado por 118 ilhas interligadas por 177 canais. Não há carros nem ônibus circulando por lá. O transporte público é feito por barcos, mas o mais indicado mesmo é percorrê-la a pé.

É uma delícia se “perder” nas vielas de Veneza, que mais se parecem um labirinto, e encontrar cantinhos que não estão no mapa turístico. Mas, claro, entre os pontos obrigatórios de o que fazer em Veneza estão: visitar a Piazza San Marco, conhecer o Palazzo Ducale e navegar pelo Grande Canal. Mas falo mais detalhadamente sobre eles a seguir.

 

O que fazer em Veneza em apenas um dia – ROTEIRO DE 24 HORAS

 

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Na Isola Maestra fica a bela Piazza San Marco, praça cheia de restaurantes e atrações (foto: Teresa Perez Divulgação)

 

8h00: Piazza San Marco

O dia começa bem cedo, direto na Isola Maestra, a ilha principal de Veneza, onde está a famosa Piazza San Marco, uma praça cheia de restaurantes e atrações em seu entorno. De cara você já se encanta com esse lugar! Dá para sentir a verdadeira atmosfera de Veneza ali.

Começo nosso roteiro por aqui porque a partir da Praça São Marcos você consegue avistar o Grande Canal, o Palácio Ducal, a Basílica de São Marcos, a Torre do Relógio e a Biblioteca Nacional Marciana.

A praça mede 180 metros de comprimento e 70 de largura, com pavimento de 1277! Por ser o lugar mais “baixo” de Veneza, quando há a chamada “acqua alta” é o primeiro a inundar. Mas não se preocupe, pois quando isso acontece as autoridades colocam passarelas para os pedestres transitarem.

o que fazer em veneza Basília da Piazza San Marco

Basílica da Piazza San Marco, em Veneza (Foto: Passaporte Digital)

Por ser o principal ponto turístico de Veneza, o lugar está sempre lotado. Por isso, sugiro chegar cedinho para pegar a Piazza San Marco um pouco mais vazia e poder tirar boas fotos! Ah, cuidado com as gaivotas (rs). 

Aproveite para tomar um café reforçado porque o dia promete muita caminhada pelas ruas estreitas de Veneza!

 

9h00: Basílica de San Marco

É na Piazza San Marco que fica a belíssima Basílica de San Marco, ao lado do Palácio Ducal. Mesmo não sendo religioso(a), é impossível ficar indiferente a tanta imponência: uma obra-prima da arte bizantina, com lindos mosaicos. Para ser mais exata, são mais de 8000 metros quadrados de mosaicos cobrindo paredes, abóbadas e cúpulas da Basílica! Sensacional!

Mas não fique só do lado de fora! Dentro da Basílica de São Marco dá para conhecer várias coisas (só tente priorizar aquilo que realmente você curte fazer, caso só tenha um dia em Veneza). Localizado atrás do altar principal encontra-se o famoso Palla d’oro, um retábulo de ouro. É um painel de ouro que mede mais de 3 metros, ornamentado com ouro e pedras preciosas. Lindíssimo!

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Basílica de San Marco está entre as atrações imperdíveis de o que fazer em Veneza (Foto: Passaporte Digital)

 

🙅 Dica da Alê: A Basílica de São Marcos não permite acesso ao interior com regatas ou mochilas. Caso tenha mochila, existe um guarda-volumes de graça na Rua San Basso, na rua lateral da igreja. A questão da roupa é resolvida com uma capa na entrada do santuário.

Para quem curte história, uma boa pedida é o Museu St. Marks, com relíquias da igreja católica, pinturas e obras de arte que contam um pouco mais das histórias da vida de São Marcos. Entre as obras estão as esculturas originais dos Cavalos de São Marcos, quatro cavalos de bronzes banhados a ouro! 

Mas, na minha opinião, a parte mais interessante é mesmo subir na torre, de onde se tem uma bela vista da cidade. São cinco sinos, que foram quebrados em 1902 e reformados e doados pelo Papa Pio X.

🚩 Onde fica: Piazza San Marco, 328 

Horário de funcionamento:
– Basílica: de segunda a sábado, das 9h30 às 17h, e domingos e feriados, das 14h às 16h30 (até às 17h de abril a outubro)
– St. Mark’s Museum: diariamente, das 9h45 às 16h45 (até às 17h de abril a outubro)
– Pala d’oro: de segunda a sábado, das 9h45 às 16h45, e domingos e feriados, das 14h às 16h30 (até às 17h de abril a outubro)
Campanário: diariamente, das 9h30 às 18h (fechado entre 7 e 23 de janeiro)

💰 Preço:
Basílica: entrada grátis
Museu: 5 € (adulto), 2,50 € (criança entre 6 e 18 anos)
Pala d’oro: 2 € (adulto), 1 € (criança entre 6 e 18 anos)
Campanário: 8 € (adulto), 4 € (criança entre 6 e 18 anos)

LEIA TAMBÉM: Roteiro completo de Roma

 

11h00: Campanário de San Marco

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Dá para subir no Campanário de São Marcos e ter uma vista linda de Veneza (Foto: Pixabay)

Outro ponto imperdível ainda na Basílica de São Marco é o Campanille di San Marco, ou Campanário de São Marcos, um dos pontos turísticos mais visitados de Veneza.

Com 99 metros de altura, a torre construída no século 12 já foi um farol para o transporte marítimo. O destaque fica para os cinco sinos, que foram quebrados em 1902 e reformados posteriormente.

A vista panorâmica de Veneza a partir dali é espetacular! Vale a visita! Como o local é pequeno e não comporta tanta gente, pode ter fila de espera. 

🚩 Onde fica: Piazza San Marco, 328 

Horário de funcionamento: diariamente, das 9h30 às 18h (fechado entre 7 e 23 de janeiro)

💰 Preço: 8 € (adulto), 4 € (criança entre 6 e 18 anos)

 

12h00: Pausa para o almoço

Existem diversas opções de restaurantes na região de San Marco, para fazer a merecida pausa para almoçar. Uma das recomendações é o Ristorante All’Angelo, com um menu bem variado, preço econômico e boas sobremesas. 

. Rua Larga San Marco, San Marco 403/410.
Recomendado e recomendável, os menus são bons e econômicos e as sobremesas parecem de revista.

🚩 Onde fica: Rua Larga San Marco

 

13h30: Palácio Ducal ou Palazzo Ducale

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Palácio Ducale, um dos cartões-postais de Veneza (Foto: Passaporte Digital)

Em estilo gótico, o Palácio Ducale, também chamado de Doge´s Palace, foi residência oficial dos doges, os governantes que comandaram Veneza por mais de 1000 anos.

Construído entre 1309 e 1424, já foi usado como castelo e depois de um incêndio foi reconstruído e passou a ser usado como fortaleza e prisão. Inclusive, um dos pontos mais interessantes historicamente é a Câmara da Tortura, onde os presos eram pendurados.

Se você tiver apenas um dia em Veneza vai ter que correr se quiser visitar o Palazzo Ducale por dentro. Eu reservaria pelo menos duas horas para ver as salas com calma (sala das armas, sala de votações), além dos pátios e obras de arte. 

Outro ponto imperdível é a Ponte dos Suspiros, que conectava o palácio à prisão. Era por ela que as pessoas tinham acesso ao calabouço do palácio.

Aqui, vale uma ressalva. Se você tiver somente 24 horas e não tiver tanto interesse assim que coisas históricas, acho que a visitação interna terá que ficar para uma próxima oportunidade. Caso contrário, você não terá tempo para explorar outros lugares de Veneza em apenas um dia.

🚩 Onde fica: Piazza San Marco, 1

Horário de funcionamento: de domingo a quinta, das 8h30 às 17h30, às sextas e sábados, das 8h30 às 19h

💰 Preço: 20€ (adulto), 13 € (criança entre 6 e 14 anos, estudantes de 15 a 25 anos e idosos com mais de 65 anos). Até 5 anos entrada gratuita.

 

15h30: Ponte dos Suspiros

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Ponte dos Suspiros, por onde passavam os prisioneiros antes da condenação (Foto: Pixabay)

Colado ao Palazzo Ducale fica uma das pontes mais famosas da cidade e que tem que estar no roteiro de o que fazer em Veneza! Trata-se da Ponte dos Suspiros, que liga o palácio ao prédio onde funcionava a antiga prisão de Veneza. Ela tem esse nome por causa de prisioneiros que passavam por ali em seus últimos momentos de vida. 

Vale o registro! 🙂

 

16h00: Ponte Rialto

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Ponte Rialto: passagem obrigatória em Veneza (Foto: Passaporte Digital)

Construída em 1592, a Ponte Rialto é a mais antiga e famosa de Veneza, com uma boa vista do Grande Canal. Além da belíssima arquitetura da ponte, o local virou um pequeno centro de compras.

Você também pode visitar o Mercado Rialto, com sua imensa variedade de peixes, frutos do mar, frutas e flores. É aquele burburinho tradicional de um mercado de rua – que eu, particularmente, gosto bastante!

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Peixes e frutos do mar no Mercado Rialto (Foto: Passaporte Digital)

 

🚩 Onde fica: Piazza San Marco, 1

Horário de funcionamento: Mercado Rialto, diariamente, das 9h às 12h

💰 Preço: 20€ (adulto), 13 € (criança entre 6 e 14 anos, estudantes de 15 a 25 anos e idosos com mais de 65 anos). Até 5 anos entrada gratuita.

 

16h30: Passeio no Grande Canal

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O Grande Canal de Veneza é atravessado por três pontes (foto: Teresa Perez Divulgação)

Com 4 quilômetros, o Grande Canal “divide” Veneza em duas partes. A melhor maneira de percorrê-lo é de vaporetto, um ônibus aquático bem tradicional em Veneza. O transporte permite uma agradável vista dos edifícios e palácios que ficam às margens do canal, o que já proporciona um tour pela cidade. 

🙅 Dica da Alê: A melhor linha de vaporetto para percorrer o Grande Canal é a linha 1, para você ver outros pontos turísticos muito bonitos, como o Palácio Ca’ d’Oro, a Galeria da Academia, o Palácio Ca’Rezzonico e a Igreja Santa Maria della Salute. 

Para percorrer o Grande Canal de vaporetto, você precisa comprar seu ticket ao lado de todas as estações – geralmente em máquinas – ou em bancas de revistas e lojas de conveniência. Ah, não se esqueça de validar o ticket ao entrar no vaporetto, caso contrário você pode ser multado!

Na entrada de cada estação você vai encontrar um totem com um leitor eletrônico para validar o bilhete. 

Caso não queira pegar o vaporetto, você pode percorrer Veneza a pé, de gôndola ou barco privativo. Os carros ficam à “porta” da cidade, perto da Piazzale Roma.

💰 Preço: 7€ (ticket avulso válido por 60 minutos) ou 20€ (ticket válido por 24 horas ilimitado)

 

18h00: Passeio de gôndola em Veneza

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Passeio de gôndola em Veneza: tradição nos canais (Foto: Passaporte Digital)

É claro que entre as atividades de o que fazer em Veneza passear de gôndola não pode faltar (especialmente se estiver em casal). 

Embora seja superomântico, o passeio de gôndola é um pouco salgado para o bolso do brasileiro em geral! Por um tour de 30 minutos, paga-se em média 80 euros por gôndola (se tiver mais gente, pode-se dividir o valor). Se quiser fazer o passeio à noite, sai um pouco mais caro, por volta de 100 euros.

A boa notícia é que você conhece os principais pontos de Veneza em um barco confortável e, geralmente, com gondoleiros muito simpáticos. Então, é só aproveitar!

Você encontra gondoleiros em diversos pontos de Veneza, especialmente próximo à Ponte Rialto.

💰 Preço: em média 80€ (por gôndola, passeio de 30 minutos) 

VEJA MAIS: O que fazer em Florença, na Itália

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Quem gosta de arte tem que visitar o Punta della Doigana (foto: Teresa Perez Divulgação)

 

19h00: Finalize a noite em um autêntico bar veneziano

Para fechar sua passagem por Veneza, recomendo uma happy hour no Il Paradiso Perduto, uma mistura de taberna e restaurante, ótimo para jantar e curtir a noite e, às vezes, com música ao vivo. 

No menu, os pratos variam de acordo com a disponibilidade do mercado de peixe de Veneza, todos com produtos frescos. A especialidade da casa é o “Il Gran Fritoin”, um peixe frito acompanhado de polenta branca.

Aproveite também para degustar o coquetel de Veneza, o Spritz, feito comvinho branco, água com gás e Campari, Aperol ou Cynar, que costuma ter uma rodela de laranja ou azeitona.

O bar fica na Fondamenta della Misericordia, na boêmia região do Canareggio. Ali também tem outras opções de locais para curtir a noite e jantar.

🚩 Onde fica: Cannaregio, 2540

Horário de funcionamento: de quinta a domingo e às segundas, das 11h às 00h. Terças e quartas fechado.

 

Dica: Arredores de Veneza | Ilha de Murano

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Ilha de Murano, especialista na fabricação de cristais (Foto: Pixabay)

A Ilha de Murano é a mais próxima de Veneza, conhecida pela fabricação artesanal de cristal de Murano. Sei que no roteiro de 24 horas não dá para incluir o passeio até lá, mas se tiver um dia a mais, recomendo!

Muitos tours pela Ilha de Murano incluem a visita a uma das fábricas de cristal, onde os turistas podem ver a fabricação do vidro e, claro, comprar nas lojinhas. É lá que está também o Museu do Vidro, com objetos dos mais diversos: de cálices a espelhos. Observe ainda a Basílica de Santa Maria e San Donato.

Também dá para chegar à Ilha de Murano de transporte público, pelo vaporetto, linhas 41, 42, DM e LN

🚩 Onde fica: Fondamenta Giustinian 8, Murano

Horário de funcionamento: Museu do Vidro: diariamente, das 10h30 às 16h30 (até às 18h de abril a outubro)

💰 Preço: 10€ (adulto), 7,50 € (criança entre 6 e 14 anos, estudantes de 15 a 25 anos e idosos com mais de 65 anos). Até 5 anos entrada gratuita.

 

Um pouco mais sobre Veneza

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Vista do Grande Canal a partir da Ponte Rialto, em Veneza (Foto: Passaporte Digital)

 

Andar por Veneza é diferente de tudo! Você se “perde” facilmente pelas vielas que mais se parecem labirintos, sempre com um encantador cenário de canais e pontes que são verdadeiras obras de arte!

Não há carros nem ônibus circulando por lá. O transporte público é feito por barcos (conhecidos como vaporettos), barcos táxis ou alugados ou pelas famosas gôndolas. Mas muitos dos lugares são percorridos a pé mesmo.

Veneza é a capital da região do Veneto, tem cerca de 270 mil habitantes, 60 mil no centro histórico.

 

Quando ir a Veneza

Aberta aos ventos do mar Adriático, Veneza enfrenta invernos bastante frios e verões muito quentes e úmidos, com tempestades às vezes bem fortes. 

Por isso, a melhor época para visitar Veneza é entre abril e junho, e no mês de setembro, quando se tem as temperaturas mais agradáveis. Em fevereiro, acontece o tradicional carnaval de Veneza, com suas máscaras belíssimas.

De novembro a janeiro há o risco de pegar a chamada acqua alta, ou seja, inundação. Em julho e agosto, há muitos turistas, pois é época de férias dos europeus. 

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Tradicionais máscaras de Veneza estão à venda por todos os lados (Foto: Passaporte Digital)

 

Existe taxa de visitação em Veneza?

No final de 2018, a prefeitura de Veneza anunciou que pretende instituir uma tarifa para os turistas que não pernoitarem na cidade.

A taxa deverá variar de acordo com a temporada e deve oscilar entre €2,50 na baixa e €10 na alta temporada. O pagamento do ingresso será obrigatório para todos que ficarem menos de 24h na cidade, como é o caso de pessoas que desembarcam de cruzeiros e excursões.

Apesar da previsão de cobrança, ainda não foi confirmado (até abril de 2019) quando a nova taxa será posta em prática. No momento, continua em vigor a taxa de hospedagem que vai de €1 a €5, de acordo com a categoria do hotel, cobrada a cada noite.

 

Como chegar a Veneza

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Vaporetto é ideal para circular por Veneza (Foto: Passaporte Digital)

Veneza conta com o Aeroporto Marco Polo, que fica a 45 minutos de distância de vaporetto (€15) do centro histórico ou a 25 minutos de carro.

O aeroporto tem diversas empresas de locação de carro, embora alugar um carro não é uma opção recomendada se você quer conhecer o centro histórico de Veneza.

Se preferir, há ônibus da Bus Express (ATVO) que partem do aeroporto até a estação rodoviária Piazzale Roma, na entrada do centro histórico de Veneza, a cada 6 minutos. O trajeto dura 35 minutos e custa €15. Pode-se comprar online aqui.

🙅 Dica da Alê: Se você não vai ficar hospedado em Veneza, mas quer só passar o dia e voltar ao aeroporto ou estação de trem, saiba que terá dificuldades com malas, pois Veneza tem muitas escadas. Tente encontrar um guarda-volume antes de seguir viagem. 

 

Seguro viagem é necessário?

Lembramos a quem está planejando ir à qualquer país da Europa, que é obrigatório contratar um seguro viagem internacional para entrada no destino.

 

Mais sobre a Itália


* Preços pesquisados em abril de 2019 (sujeitos a alteração).


Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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Ocean Blue & Sand: nossa estadia no hotel all inclusive em Punta Cana

Ocean Blue & Sand: nossa estadia no hotel all inclusive em Punta Cana

A escolha pelo hotel Ocean Blue & Sand, em Punta Cana, foi difícil. Quando você vai pesquisar, são tantassss opções que você fica confuso do que ver primeiro, o que analisar, em qual praia é melhor. Enfim, é um investimento alto e você precisa ter certeza de estar tomando a decisão certa.

Quando a gente vai escolher um resort com tudo incluído, a gente não deve levar em conta somente o preço, embora isso seja um dos fatores mais relevantes. A gente precisa avaliar também o custo-benefício que cada hotel oferece e se ele atende aos fatores que você considera mais importantes: boa gastronomia, atrações para crianças, localização em determinada praia etc.

VEJA NESTE POST AQUI COMO ESCOLHER SEU RESORT EM PUNTA CANA

Neste post aqui, resolvi compartilhar com vocês alguns dos fatores que me convenceram a reservar o Ocean Blue & Sand Beach Resort All Inclusive. Já posso adiantar que os dois motivos principais foram a estrutura do hotel (lindo e bem organizado) e a localização, na praia de Arena Gorda!

Mesmo pesquisando bastante, sempre dá aquela sensação estranha: será que fiz a escolha certa? Afinal, todo mundo quer ter as férias perfeitas!

Mas quando cheguei, fiz o check in e vi aquele hotel lindo, fiquei aliviada.

ocean blue & sand

Entrada do resort Ocean Blue & Sand, em Punta Cana (Foto: Passaporte Digital)

Apesar de ser pouco conhecido entre os brasileiros (tinha bem poucos no hotel), o Ocean Blue & Sand é lindo! Parece uma minicidade cenográfica, de novela mesmo! Adorei.

Bem organizado e enorme, os quartos são bem distribuídos em 10 blocos de apartamentos de três andares (térreo e mais dois), com um estilo bem praiano, cada um de uma cor e arquitetura diferente. Os blocos 6 e 10 ficam de frente para o mar, reservados para as suítes mais caras. Ficamos no bloco 7, que é bem próximo da praia também.

Ocean Blue & Sand

Bloco de apartamentos do Ocean Blue & Sand (Foto: Passaporte Digital)

Além dos quartos bastante confortáveis, tem uma boa variedade de restaurantes, serviço de praia e piscina, cassino, boliche, danceteria, shows noturnos, spa centre e espaço para recreação das crianças na praia.

Ah, e não se preocupe com a locomoção. Como o hotel é bem grande, eles disponibilizam carrinhos de golfe que circulam a todo momento para levar os hóspedes de um lado para o outro. Uma facilidade e tanto!

Pontos positivos e negativos do Ocean Blue & Sand Punta Cana

 

👍 Pontos positivos:

✅ Bar na praia com bebida à vontade
✅ Wi fi de ótima qualidade em todo o hotel
✅ Carrinhos de golfe levam os hóspedes para todos os cantos
✅ Variedade de atrações e entretenimento
✅ Comida boa e farta, com frutos do mar, massas, carnes etc.
✅ Limpeza impecável

👎 Pontos de melhoria:

❌ Melhorar o cardápio de alguns dos restaurantes temáticos
❌ Implantar esquema de reserva nos restaurantes temáticos, para evitar filas e tempo de espera
❌ Ter mais atrações para crianças ao longo do dia

Mais detalhes de nossa hospedagem no Ocean Blue & Sand

1- Localização do hotel

O hotel Ocean Blue & Sand é um resort com sistema all inclusive que fica na praia de Arena Gorda, em Punta Cana. O resort cinco estrelas fica a meia hora do aeroporto de Punta Cana, entre os resorts IberoStar e Vik.

SAIBA MAIS SOBRE PUNTA CANA AQUI

2- Praia Arena Gorda

praia arena gorda

Praia de Arena Gorda, em Punta Cana, a praia do hotel Ocean Blue & Sand (Foto: Passaporte Digital)

A praia do hotel Ocean Blue & Sand é Arena Gorda, com águas calmas e um azul-turquesa bem bonito. Não sei dizer se ali já é o mar do Caribe, pois boa parte das praias de Punta Cana ainda é banhada pelo mar do Atlântico, mas que a cor do mar é linda, é.

Uma coisa que achei estranha no início foi que a praia tem uns “sacos” gigantes de areia no mar. Depois, descobri que eles foram colocados ali para deixar a água mais propícia para banho. Acabou virando quase uma piscina natural, bem gostosa para ir com crianças.

Aliás, meus filhos adoraram subir e descer nesses “bancos de areia”, foi uma diversão e tanto!

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Serviço de praia do hotel Ocean Blue & Sand, na praia de Arena Gorda, em Punta Cana (Foto: Passaporte Digital)

Além de ser boa para banho, o hotel tem uma estrutura bem bacana: cadeiras, toalhas e bar com bebida à vontade. Quem é que não gosta de ficar apreciando o mar com um drinque (alcoólico ou não) na mão? Só senti falta da nossa boa e deliciosa água de coco, mas tudo bem… tem uma bebida chamada coco loko que é bem gostosa, parece uma batida! Também adorei os mojitos.

Falando em bebida, se quiser apreciar algo mais local, peça uma dose de mamajuana. É uma bebida típica da República Dominicana feita à base de rum, vinho tinto e mel. Veja o que achei no vídeo abaixo!

Tem também uma parede de escalada, clubinho para crianças, rede de vôlei e recreadores que ficam animando os hóspedes com brincadeiras, música e dança.

💡 Dica da Alê: a dica aqui é levar seu snorkel e sair pelas águas da praia em busca de peixinhos. Caso prefira alugar, o hotel dispõe de equipamentos de mergulho 😉

 

3- Quartos amplos e confortáveis

Tanto o quarto quanto o banheiro do Ocean Blue & Sand achei muito espaçosos e confortáveis. Tem banheira de hidromassagem e chuveiro excelente, com secador de cabelo disponível também.

Fiquei em um quarto standard, o mais básico, que tinha duas camas queen size, um sofá, uma poltrona, TV, escrivaninha, frigobar (com tudo à vontade, claro), ar condicionado e cofre.

ocean blue and sand

Quarto do resort Ocean Blue & Sand: amplo e confortável (Foto: Passaporte Digital)

Todos os quartos têm varanda, com mesinha e cadeiras, uma delícia para ficar curtindo a brisa do mar no fim de tarde.

Outra coisa legal foi que na varanda tem um varalzinho para pendurar roupa de banho, achei muito prático!

Nosso quarto era no bloco 7, com vista para a piscina. O barulho não incomodou nem um pouco porque quando dá umas 18h ou 19h o bar da piscina fecha e, então, não fica quase ninguém na área da piscina.

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Vista para a piscina do meu quarto no Ocean Blue % Sand (Foto: Passaporte Digital)

O serviço de quarto está disponível 24 horas, porém, é cobrado a parte caso você não seja hóspede do Privilege, um sistema de upgrade para ter acesso a algumas mordomias a mais.

Outra coisa legal é que o wi fi funciona superbem no quarto (e em todo hotel), incluso no valor da diária.

 

4- Comida Variada

Em um resort com sistema all inclusive, a comida é um dos fatores mais importantes na escolha do hotel.

Sem dúvida, comemos muito bem no Ocean Blue & Sand. O hotel tem opções de todos os tipos: frutos do mar, lagosta, camarão, massas, lanches, arroz, feijão (até bem parecido com o nosso), peixes, carnes, enfim, tudo o que você quiser tem.

ocean blue & sand restaurantes

Restaurante principal do Ocean Blue & Sand: comida variada (Foto: Passaporte Digital)

 

Além do restaurante principal, o El Carey & Tortuga, de cozinha internacional, há também os restaurantes temáticos, especializados em culinárias específicas: japonês, mexicano, italiano, americano etc., que funcionam no jantar.

No almoço, você pode comer no restaurante principal, que é enoooorme, ou no restaurante da praia. Algumas vezes na semana, eles fazem um cardápio especial na área da piscina. Nos dias que estive lá, teve hambúrguer e paella. Bem animado, por sinal!

O café da manhã, uma das coisas que mais curto em hotéis, é bem farto no Ocean Blue & Sand. Tem omelete, frutas, sucos, leite, pães, cereais, frios, panquecas e até espumante, para quem já quiser começar o dia bebendo.

  • Restaurantes temáticos do Ocean Blue & Sand

Como disse, a comida do hotel é muito boa, especialmente no restaurante principal – para mim, o mais gostoso e completo!

ocean blue & sand restaurantes tematicos

Restaurantes temáticos do Ocean Blue ficam em uma espécie de vila, bem charmosa (Foto: Passaporte Digital)

Mas quis conhecer os restaurantes a la carte do Ocean Blue & Sand, até para poder comentar com vocês aqui. Só não consegui ir ao Blue Moon, francês, porque crianças não entram e eu estava com duas, mas fui em todos os outros.

Confesso que esperava mais de alguns destes restaurantes temáticos, especialmente do japonês e do italiano – que considerei bem razoáveis, se comparados aos que estamos acostumados no Brasil.

A seguir, comento um pouco mais sobre cada um dos restaurantes do Ocean Blue & Sand.

– Tortuga & El Carey Restaurant: cozinha internacional

O meu preferido! De culinária internacional, é o restaurante principal onde é servido o café da manhã. Tem opção para todos os gostos: pães, omelete, croissant, crepes, salsicha (não consigo comer isso no café da manhã) e muitas outras coisas.

No almoço e jantar, a comida também é bem variada e farta. Veja no vídeo abaixo.

 

– Villa Marina: restaurante da praia

Fica literalmente na areia da praia de Arena Gorda.

As opções de almoço são reduzidas se comparadas ao restaurante principal, mas tem o básico para matar aquela fominha se estiver na praia.

Uma das coisas que mais gostei foi poder tomar o café da manhã por lá, mas o serviço é válido para hóspedes que são sócios do Clube H10 ou contratam o plano Privilege na estadia.

Olha, tomar café da manhã na beira-mar, com aquela praia linda do Caribe, não tem preço!

hotel em punta cana café da manha

Café da manhã em frente ao mar do Caribe: quem não quer? (Foto: Passaporte Digital)

 

– Mikes Coffee: cafeteria

É uma cafeteria ao estilo Starbucks! Deliciosa! Foi um dos pontos altos do hotel, sem dúvida. A cada dia a gente ia e pedia uma bebida diferente. Também tem alguns doces, cookies e bolinhos para acompanhar o café.

Aliás, o café da República Dominicana é algo que tenho que indicar! É maravilhoso!

– Route 66: culinária americana

É o restaurante temático ao estilo americano. Vale muito a pena. As carnes são bem saborosas. Pedimos picanha e estava muito boa. Foi o restaurante temático que eu mais gostei!

ocean blue

Prato do Restaurante Route 66, no Ocean Blue & Sand (Foto: Passaporte Digital)

O ambiente do restaurante também é bel legal, com um carro antigo no meio.

– Blue Moon: restaurante francês

Não fomos porque não pode entrar crianças. Ah, também não pode entrar se estiver com roupa de banho.

– Sport Bar: bar

Bar que fica aberto até de madrugada. Serve lanches e petiscos. O pessoal fica lá assistindo jogos (especialmente campeonatos americanos de futebol). No dia que chegamos, como fizemos o check in depois das 22 horas, era o único que estava servindo. Gostamos bastante dos lanches.

– Sensai Restaurant: Comida japonesa

Este é o único restaurante temático do Ocean Blue & Sand que é necessário fazer reserva. O único inconveniente é que a reserva precisa ser feita no mesmo dia de uso, entre 11h e 11h30, ou seja, você precisa sair da praia e da piscina para efetuar a reserva (tentei dois dias, mas os lugares são bem poucos. Chegue mais cedo se quiser garantir).

Quando finalmente conseguimos a reserva, fomos superempolgados, afinal, gostamos bastante de comida japonesa.

restaurante japones punta cana

Restaurante japonês do Ocean Blue & Sand tem cozinheiros dando show (Foto: Passaporte Digital)

O ambiente é superlegal, entram grupos de pessoas a cada rodada. Ali, acontece uma espécie de show. Os hóspedes ficam em volta do cozinheiro, que dá um show de habilidades com facas e brinca o tempo todo com os visitantes. Muito legal.

Porém, a comida está mais para chinesa do que japonesa. Só teve um sushi na entrada! Mas acho que vale mais a pena pelo espetáculo do que pela comida!

– Il Mascherati: Comida Italiana

Eu amo comida italiana, mas este deixou um pouco a desejar. Eu pedi lasanha, até gostei do prato, mas nada que se diga “nossa, que maravilhoso”. Meu marido não curtiu o prato que ele escolheu, um macarrão a carbonara.

Então, na lista de prioridades, eu deixaria este por último.

hotel em punta cana

Um dos restaurantes mais concorridos do Ocean Blue & Sand: o italiano (Foto: Passaporte Digital)

–  El Bodegon: steak house

Uma churrascaria que não se compara às do Brasil, mas é boa! Gostei da carne do prato principal, mas não curti a entrada (pedi um ceviche, que estava sem gosto). Mas no geral valeu a pena.

– Margarita: mexicano

Também é bem diferente da comida mexicana que estamos habituados no Brasil. Pedimos uma entrada, que estava gostosa, mas os pratos principais também não tinham muito sabor.

 

  • Piscina

A área da piscina do resort é ótima, muito limpa, bem grande, com espaço de sobra para nadar e brincar.

Tem uma área separada que funciona piscina infantil, tem uma hidromassagem e duas piscinas maiores, uma delas com bar molhado.

hotel em punta cana piscina

Bar molhado em uma das piscinas do Ocean Blue & Sand (Foto: Passaporte Digital)

Essa piscina com bar molhado é realmente demais. Você pode tomar seus drinques dentro da piscina, sem problema nenhum, com bebidas à vontade: cerveja, mojito, coco loko, entre outras. Tem também suco (meio artificial) e outras bebidas não alcóolicas que as crianças adoraram.

Todos os dias, tem recreação na piscina, como aulas de hidroginástica, e outras brincadeiras, algumas fora da piscina também.

Na semana que estive lá, teve também o Dia do Hambúrguer na piscina e o Dia da Paella. Foi bem legal!

Apesar de ter muitos guarda-sóis na área da piscina, muitos hóspedes deixam as cadeiras “reservadas”, guardando lugar, então, pode ficar um pouco chato você conseguir pegar um lugar bom ou até mesmo achar um disponível.

Mas acho que isso não é um problema do resort, mas sim dos frequentadores… infelizmente, o jeito é acordar mais cedo e reservar lugar para ter um pouco de sombra.

Uma coisa que eu achei que faltou no Ocean Blue & Sand é ter mais atrativos para as crianças na área da piscina, tipo aqueles escorredores de água, chafarizes, toboáguas. Mas talvez esse não seja o foco do hotel. De todo modo, tem o Clubinho da Praia, uma casa com brinquedos que fica na areia, que tem atrações para os pequenos em horários determinados.

As piscinas toalhas de piscina são de ótima qualidade e bem grandes. Você recebe cartões no check in para retirada da toalha no box da praia.

 

  • Lazer e Entretenimento

São muitas as opções de entretenimento no Ocean Blue & Sand, para quem não quer sair do hotel para nada, não vai faltar diversão.

Durante o dia, tem várias atividades na piscina e na praia, com recreação e brincadeiras em alguns horários.

Na estrutura do resort, você encontra cassino, bingo, shows noturnos, feirinha de artesanato, pista de boliche, danceteria, piano bar e os restaurantes, claro!

Dica da Alê: pegue diariamente na recepção do hotel para saber as atrações do dia

 

  • Atrações para Crianças

ocean blue clubinho

Clubinho de praia para crianças do Ocean Blue & Sand (Foto: Passaporte Digital)

Quem vai com crianças sempre quer saber como entreter os pequenos. No Ocean Blue & Sand, o que achei mais legal foi o Clubinho de Praia, que fica lá na areia. É uma casa que tem algumas oficinas para as crianças e brinquedos como escorregadores e pula-pula.

Também tem recreação e brincadeiras com monitores, como jogo de squash, vôlei, pintura de camisetas etc.

No entanto, essas atrações funcionam em horários específicos do dia. Acho que poderia ficar o tempo todo disponível e ter mais estrutura de parque aquático para os pequenos. Mas meus filhos se divertiram bastante.

 

  • Preço

O preço de um resort em Punta Cana depende muito da época que você vai. Em média, o valor da diária por pessoa, em apartamento standard, com tudo incluído, sai por R$ 1000 a diária.

Você pode comprar a hospedagem por pacote ou reservar individualmente em sites de reserva ou direto com o hotel, ambos parcelados no cartão de crédito.

  • Upgrande, vale a pena?

resort em punta cana

Tenda na praia exclusiva para hóspedes do Privilege (Foto: Passaporte Digital)

O hotel oferece o Privilege, um upgrade onde você paga para ter alguns serviços a mais. Custa por volta de US$ 50 por dia. Isso inclui área de praia exclusiva (naquelas tendas superconfortáveis), serviço de quarto, café da manhã no restaurante da praia, bebidas mais premium, entre outras coisas.

Se vale a pena? Depende do que o bolso de cada um permite e do que você espera – e faz questão – na sua viagem. Não acho essencial, mas um mimo a mais sempre é bom, né? Se tiver condições, por que não?

 

Conclusão: vale a pena fica no Ocean Blue & Sand?

Simmmmm, adorei a estrutura do hotel, limpeza, comida, quarto, piscina e praia. O atendimento também foi cortês durante nossa estadia (com poucas exceções). Destaco o conforto dos quartos, a limpeza das áreas comuns, praia e piscina e também a estrutura do hotel como um todo. Recomendo e voltaria, com certeza!

MAIS SOBRE PUNTA CANA:


Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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Resort em Punta Cana: como escolher o seu

Resort em Punta Cana: como escolher o seu

Quando decidi meu destino de férias, minha maior dúvida foi escolher o resort em Punta Cana, aquele hotel all inclusive dos sonhos, onde eu pudesse ter dias de pura mordomia e descanso, com comida à vontade e um quarto confortável!

Se você também está em dúvida em qual resort reservar em Punta Cana, eu vou ajudar você com algumas dicas que acho muito interessante compartilhar, afinal são mais de 50 opções de hotéis, dos mais variados tipos e bolsos.

MAIS SOBRE PUNTA CANA:

Além de contar como foi minha experiência no hotel que eu escolhi para me hospedar, o Ocean Blue & Sand (VEJA AQUI O POST SOBRE MINHA ESTADIA), vou falar sobre alguns pontos muito importantes que eu acho bacana você prestar atenção antes de decidir qual o seu resort em Punta Cana.

Vamos lá!

 

Hotel Convencional ou Resort All Inclusive?

resort em punta cana piscina

Que tal um espumante na piscina? Resort all inclusive tem essas mordomias (Foto: Passaporte Digital)

Punta Cana é repleta de opções para se hospedar. Apesar de os resorts all inclusive serem os mais procurados, dá para se hospedar em hotéis mais simples também. Tudo depende do que você quer.

Como a maioria das pessoas busca momentos para relaxar e não se preocupar com nada, ficar em um resort em Punta Cana com tudo incluído é realmente excelente. Se tiver condições, eu indico sim!

 

Como saber qual resort em Punta Cana tem o melhor custo-benefício?

Realmente, são muitas as opções de resorts all inclusive em Punta Cana. Por isso, minha primeira dica é avaliar qual é a sua prioridade nesta viagem antes de dar o seu check in:

  • Só descansar
  • Aproveitar as atrações do hotel
  • Curtir os passeios fora do resort
  • Comer e beber sem pensar em quanto custa
  • Intercalar seus dias entre praia e piscina
  • Ter recreação para os filhos
  • Ter opções de entretenimento dentro do hotel

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Em um resort você tem conforto e mordomias na praia ou na piscina (Foto: Passaporte Digital)

É claro que, muitas vezes, queremos muitas (ou todas) as opções, mas enumere as que considera mais importantes e veja qual resort te atenderia melhor. Se, por exemplo, você vai focar em passeios fora do hotel, não faz muito sentido investir tanto em um resort all inclusive top de linha.

Mas se você é daqueles que quer beber muito, comer à vontade e não sair da piscina ou da praia pra nada, vale sim investir em um resort que tenha melhor infraestrutura possível em Punta Cana.

 

O que levar em conta na hora de escolher o resort em Punta Cana?

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Praia de Arena Gorda, em frente ao resort que escolhi em Punta Cana (Foto: Passaporte Digital)

Na minha pesquisa de hospedagem, vi vários resorts muito legais. Meliá Caribe Tropical, Barceló Bavaro, Bahia Principe, Club Med, Grand Palladium, Palace Deluxe, Paradisus Palma Real são alguns dos hotéis all inclusive mais famosos entre os brasileiros.

Tinha gostado bastante do Catalonia Bavaro também. Porém, um fator que foi decisivo na minha escolha foi a praia em frente ao hotel. Por isso, optei pelo Ocean Blue & Sand, na praia de Arena Gorda.

Percebi que muitos resorts têm excelente infraestrutura e praias belíssimas, mas com muita alga na areia. Sei que o pessoal do hotel limpa diariamente, mas pesquisei muito vendo vídeos e fotos recentes publicadas na internet antes de decidir. Praia é fator decisivo, na minha opinião.

 

Como foi se hospedar no resort Ocean Blue & Sand?

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Quarto do resort Ocean Blue & Sand, onde fiquei hospedada (Foto: Passaporte Digital)

Sempre dá aquele medo na hora de fechar o hotel: será que fiz uma boa escolha? Será que tem tudo o que eu preciso?

Li todas as recomendações do Trip Advisor, pesquisei por vídeos e fotos de outros viajantes que se hospedaram no hotel e me decidi pelo resort Ocean Blue & Sand, ainda pouco conhecido pelos brasileiros, que fica no final da praia de Arena Gorda.

Para saber mais sobre o Ocean Blue and Sand, os pontos positivos e negativos, para ajudar você a decidir o que é melhor para sua viagem, LEIA ESTE OUTRO POST AQUI! 😊

 

Com quanto tempo de antecedência devo reservar meu resort em Punta Cana?

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Priorize o hotel que atenda aos requisitos mais importantes para a sua viagem (Foto: Passaporte Digital)

Quanto antes você reservar seu resort em Punta Cana, melhor, para conseguir preços melhores. Acredito que, com pelo menos seis meses, você consegue valores mais baixos.

Só para você ter ideia, eu fechei com quatro meses de antecedência da data da viagem e percebi que, quanto mais eu deixava para o dia seguinte, mais o preço aumentava.

Em Punta Cana ainda tem uma outra questão importante a levar em conta: o valor do dólar. Por isso, fique atento às oscilações do mercado cambial.

 

Fazer pacote ou reservar o hotel separado?

Essa é uma questão ótima! A dica aqui é: comparar sempre e avaliar o menor custo benefício! Eu amo pesquisar e fuçar em tudo quanto é site e até loja física. Fiz pesquisa na CVC, Decolar, Trivago, pelo site do hotel…

Para minha surpresa, o pacote ficou 15% mais caro do que fechando o voo e a hospedagem separadamente, e ainda consegui um voo direto (o do pacote era voo com conexão).

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Reserve seu resort em Punta Cana com a máxima antecedência possível (Foto: Passaporte Digital)

Como eu consegui isso? Entrava diariamente nos sites das companhias aéreas que operavam o voo até Punta Cana para encontrar o menor preço.

Consegui uma promoção da Gol e reservei na hora! Depois, fui buscar entre os sites de viagem e até lojas da CVC a melhor oferta para o hotel que eu tinha gostado. Acabei achando o menor preço pela Decolar e ainda parcelei em 10 vezes sem juros no cartão de crédito.

Cuidado na hora da pesquisa, pois muitas vezes o valor que aparece como “final, ainda não é o que será cobrado. Muito site ainda cobra taxas na hora que você coloca para concluir a compra. Fique atento antes de decidir!

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Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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