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Conheça a Ilha de Zakynthos, na Grécia

Conheça a Ilha de Zakynthos, na Grécia

Conheça a Ilha de Zakynthos, na Grécia

A Grécia é mesmo surpreendente! Essa foi minha segunda viagem ao país: desta vez para explorar a Ilha de Zakynthos.

Quem pensa em Grécia, logo vem à mente nomes como Atenas, Santorini ou Mykonos. Confesso que era tudo o que eu conhecia também. Eu só tinha ido a Creta (que adorei), mas me deparei com a Zakynthos nas redes sociais e resolvi pesquisar mais sobre o lugar!

Descobri que a Grécia tem lugares paradisíacos que infelizmente não são tão divulgados, e são beeeem mais baratos que os destinos mais famosos. Um deles é a Ilha de Zakynthos, que apresento para você agora!

 

Onde fica a Ilha de Zakynthos

Zakynthos

Trechos de praia em Zakynthos viram verdadeiras piscinas naturais (Foto: Claudia Dimampera)

A Ilha de Zakynthos fica na direção oposta de Santorini e Mykonos, a 320 quilômetros da capital Atenas.

A partir de Atenas, você chega via terrestre, com umas 4 horas de viagem, ou de avião.

No local, aconselho alugar um carro para percorrer a ilha que tem lugares maravilhosos, porém com difícil acesso a pé. Descobrimos cantinhos incríveis em toda Zakhyntos. Vale muito a pena!

 

Quanto custa uma viagem a Zakynthos

 

Na verdade, eu não tinha plano nenhum de ir para Zakynthos, que até então eu só tinha ouvido falar. Mas “apareceu” uma promoção no Instagram que me chamou atenção e resolvi aproveitar.

Como eu moro em Amsterdam, na Holanda, o preço me atraiu logo de cara: Zakynthos a €90. Tudo bem que €90 era só o vôo – ida e volta – mas mesmo assim valia a pena, ainda mais quando fui pesquisar hospedagem e percebi que o investimento seria baixo para ficar por lá: €337 para duas pessoas por 10 dias.

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Uma das pequeninas praias de Zakynthos (Foto: Claudia Dimampera)

Meu marido e eu decidimos então nos hospedar em um apartamento onde eu pudesse cozinhar: assim economizaríamos nas refeições. E foi uma ótima opção. Ficamos em um apart-hotel chamado Sofia Yiota, na praia de Tsilivi. Muito simples, mas bem limpa! Apesar de ter o banheiro pequeno, o quarto era bem espaçoso, tinha uma boa geladeira com freezer, cooktop e uma varandinha bem gostosa com vista para um jardim bem cuidado.

Bem localizado, o Sofia Yiota fica a poucos metros de um mercadinho, a menos de 10 minutos a pé da praia, e a uns 15- 20 minutos de caminhada do centrinho com lojinhas, bares e restaurantes.

No total, pagamos €337 por 10 dias de hospedagem. Valeu muito a pena!

 

 

O que fazer na Ilha de Zakynthos

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A paradisíaca praia Shipwreck Beach, com águas impressionantes (Foto: Claudia Dimampera)

Como falei, embora a ilha seja pequena, é imprescindível alugar um carro para curtir Zakynthos.

A maioria dos hotéis fica na parte sul da ilha, onde as águas são mais quentes e as praias são de areia. Quem não aluga um carro com certeza está bem servido por essas praias, mas fica limitado, já que o acesso entre uma praia e outra é difícil e as paisagens mais bonitas estão no leste, oeste e norte da ilha.

Veja algumas dicas de atrações para curtir em Zakynthos.

 

1- Ver tartarugas

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Se der sorte, na areia das praias de Zakyntos é possível ver tartarugas nascendo (Foto: Claudia Dimampera)

Entre março e maio, as tartarugas marinhas Caretta-Caretta escolhem a parte sul da ilha de Zakynthos para fazer ninho.

Há uma organização não governamental que faz um trabalho muito cuidadoso para proteger a espécie – ameaçada de extinção. Os ninhos são marcados e protegidos e as tartarugas nascem entre julho e início de outubro.

Embora o nascimento das tartarugas ocorra à noite, ainda é possível ver algumas tartaruguinhas indo pro mar desde que você chegue na praia por volta das 7h da manhã. Eu tive a sorte de ver uma, mas não consegui fotografar.

As praias que as tartarugas costumam fazer ninho são:
– Kalamaki
– Dafni
– Gerakas
– Banana Beach
– Marathonisi (acessível só de barco)
– Sekania (reserva natural, proibida para turistas)

Tive o prazer de nadar com uma tartaruga marinha adulta na Cameo Island, um outro ponto turístico imperdível – uma pequena ilha muito charmosa, com acesso através de uma ponte. Mas atenção! Para entrar na Cameo Island é preciso pagar €5 – em troca, você ganha um chaveirinho com uma foto sua! 🙂

 

 

2- Passear de barco

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De barco, você consegue explorar diversos cantos da ilha de Zakynthos (Foto: Claudia Dimampera)

Há muitas agências de turismo oferecendo passeios de barcos. A novidade (pelo menos para mim) é que esses barcos têm o chão de vidro, justamente para que os turistas consigam ver tartarugas nadando enquanto passeiam.

Em geral, há 3 passeios diferentes:

– Turtle Spotting (observação de tartarugas): fazem a parte sul da ilha, e os principais destinos são as cavernas de Keri, a praia de Mizithres, a Cameo Island e a ilha de Marathonizi, chamada de ilha da Tartaruga por ter formato de tartaruga (e também por ter ninhos de tartaruga)

– Shipwreck Beach – no norte da ilha que tem 3 pontos principais: as Blue Caves (cavernas azuis), e as paradisíacas praias de Xygia e a Shipwreck Beach.

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A pequenina praia de Xygia Beach, em Zakynthos (Foto: Claudia Dimampera)

Ilha de Kefalonia: vai até outra ilha grega chamada Kefalonia (não sei detalhes porque não fizemos esse passeio)

Os preços desses passeios variam de €10 a €40 por pessoa e duram de 40 minutos a 4 horas.

Ao invés de fechar o passeio, decidimos alugar um barco por €90 por 9 horas através desse site, para fazer a parte sul da ilha. Valeu muito a pena – super recomendo, mas lembrando que esse é um passeio de 9 horas no mar, então é uma boa ideia levar lanche, já que nas ilhas desertas não têm comida, a menos que você pesque!

 

3- Nadar e fazer snorkel

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Snorkel é uma das opções para curtir a Ilha de Zakynthos (Foto: Claudia Dimampera)

Pra quem gosta de uma boa praia, a parte sul é a mais indicada. Já pra quem gosta de uma paisagem mais “selvagem”, indico todo o resto da ilha: leste, oeste e norte.

No oeste, por exemplo, fica o Porto Limionas, uma piscina natural de água fria, mas maravilhosamente linda!

No norte está a Navaggio Beach, conhecida como Shipwreck Beach, que é o cartão postal da ilha. Em setembro de 1980, um navio de contrabandos (contrabando humano, inclusive) encalhou nessa praia, acessível só pelo mar, por causa de mau tempo, e está lá na areia desde então. A praia virou um cartão postal, talvez não só da ilha, mas também da Grécia, sendo visitada por muita gente durante todo o verão.

Não cheguei a visitar essa praia porque, pessoalmente, não achei que valia a pena. Por que não? As outras atrações do passeio que levam à essa praia são acessíveis de carro e, segundo consta, a paisagem a nível do mar não é tão impressionante quanto à vista aérea. Fica para uma próxima oportunidade.

Para ver essa praia de cima, basta colocar “Shipwreck beach viewpoint” no Google Maps. Ele te leva a um mirante estratégico, onde dá pra ver a praia e os diversos tons de azul. Obviamente, é preciso esperar numa fila de turistas pra ter sua selfie com a praia do Shipwreck ao fundo.

Reza a lenda que há várias trilhas com vista muito melhor que a desse mirante, mas por ter tido acidentes fatais num passado não muito distante, as trilhas estão fechadas e são bem fiscalizadas!

Pra quem também não faz questão de ver essa praia de perto, dá pra achar a praia de Xygia com o Google Maps. Ela é maravilhosa, mas já vou avisando: por ser de água sulfúrica, o cheiro da praia não é nada agradável. Além disso é uma praia muito pequena – difícil de conseguir um lugar ao sol (literalmente, já que fica entre dois penhascos gigantes), com água é fria e sem visibilidade (a gente não consegue ver os dedos dos pés).

Eu consegui ir nadar nas Blue Caves (outra parada dos barcos da região) totalmente sem querer! Fui até a Potamitis Windmill, ponto de referência famoso no norte de Zakynthos para fazer snorkel. Diferente do sul, as outras partes da ilha têm poucas praias e eu fui a busca de um lugar rochoso com acesso ao mar.

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Potamitis Windmill, praia que tem como referência um moinho de vento, é ponto de referência famoso no norte de Zakynthos (Foto: Claudia Dimampera)

Achei o moinho de vento que dá nome ao lugar, desci uma escadaria infinita com vistas estonteantes e mergulhei no mar azul. Decidi nadar em volta do penhasco e lá estavam as Blue Caves (praticamente só pra nós!).

 

4- Apreciar o pôr do sol

Pra ver “aquele” pôr do sol no mar, o lugar ideal é Kampi, um penhasco obviamente no oeste. Tem várias tavernas, todas – de verdade, todas – dizendo que têm a melhor vista do pôr do sol.

Apesar de ser um lugar turístico, os preços não são absurdos, dá pra encarar (não foi meu caso, não fiquei nas tavernas, mas os preços não eram tão altos comparando com outros lugares turísticos mundo afora – principalmente no Brasil).

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Procure um mirante e aprecie a vista de qualquer ponto da maravilhosa Zakynthos (Foto: Claudia Dimampera)

 

 

O que você precisa saber antes de visitar Zakynthos

 

Tenho alguns conselhos gerais importantes para planejar sua viagem a Zakynthos:

📍 Aprenda a falar inglês! Não precisa ser fluente, mas um nível básico pra intermediário ajuda muuuuuito a curtir o que o local tem de melhor, a entender o que se passa e a encontrar lugares onde os turistas em massa não vão.

📍 Alugar carro aqui, como disse, é imprescindível. Achamos várias vistas incríveis só dirigindo sem rumo.

📍 Diz a lenda que é mais barato ir pra Zakynthos de outras capitais europeias do que a partir de Atenas. Da Itália, havia vôos de ida por cerca de €25!

📍 Pegar vôos promocionais tem um preço: meu vôo saiu de Amsterdam às 5 da manhã e chegou às 11 da noite! Se quer economizar, tem que ter paciência!

📍 A ilha é absurdamente segura. Deixávamos celular e carteira na areia sem problema nenhum.

📍 Se for a restaurantes, não deixe de experimentar a moussaka e o tzatzik, pratos locais muito saborosos.

📍 Embora as melhores paisagens sejam encontradas por acaso, tenha um plano para não perder o melhor que a ilha têm para oferecer.

📍 Alugar um barco só pra você vale muito a pena! Pilotar esses barcos é ridiculamente fácil e, se você estiver em família ou em grupo, fica até mais barato, uma vez que os preços dos barcos são fixos e os menores barcos comportam de 6-7 pessoas.

📍 Falando em família, essa é uma ilha ideal para crianças, porque as praias não têm ondas e muitas ficam rasas por diversos metros – praticamente uma piscina.

📍 Se encontrar uma tartaruguinha chegando ao mundo em plena luz do dia, seja consciente. Elas são lindas, mas só uma ou duas em mil chegam à idade adulta, então não diminua a estatística dura que a natureza impôs. Não toque nelas (temos bactérias que podem ser mortais para uma tartaruguinha recém nascida), faça sombra pra elas, não jogue água nem tente ajudá-las a chegar ao mar. Se elas estiverem indo na direção oposta ao mar – tão e somente nessa situação – vire-as para a direção certa, mas sem tocá-las. Pegue um punhado de areia embaixo delas para locomovê-las.

 

OUTROS DESTINOS NA EUROPA:

Roteiro de Paris
Roteiro de Barcelona
Roteiro de Roma

 

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Claudia Dimampera

Claudia Dimampera

Professora de inglês e mora há mais de uma década em Amsterdam, na Holanda. De lá, percorre diversos cantinhos da Europa e fora dela (de preferência com praia) em busca de lugares ainda pouco explorados pelos brasileiros.


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Reichstag: como visitar o famoso parlamento alemão

Reichstag: como visitar o famoso parlamento alemão

Reichstag: como visitar o famoso parlamento alemão

O Reichstag, famoso prédio do parlamento alemão em Berlim, é um daqueles passeios gratuitos que valem super a pena!

Por fora, a construção é tradicional e antiga (foi erguido em 1884-1894). Por dentro, sua cúpula toda de ferro e vidro exala modernidade. E é exatamente assim que vi Berlim: uma mistura de história com novidade, uma cidade cheia de atrações culturais e muito divertida!

Pertinho do Portão de Brandenburgo, você pode combinar o passeio ao Reichstag no mesmo dia em que for conhecer o cartão-postal de Berlim. Só não se esqueça de agendar antes a sua visita pelo site do local AQUI.

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A moderna cúpula do Reichstag, o famoso parlamento alemão (Foto: Passaporte Digital)

 

 

 

Como visitar o Reichstag

Ao chegar ao Reichstag, você já se impressiona com o belíssimo prédio do parlamento alemão, construído lá no final do século 19.

Projetado pelo arquiteto Paul Wallot, o prédio também conhecido como Bundestag já passou por maus momentos ao longo de sua história: como um incêndio culposo em 1933, além de bombardeios na ocasião da Segunda Guerra Mundial.

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Edifício histórico do Parlamento Alemão, que já foi até incendiado (Foto: Passaporte Digital)

 

No interior do edifício histórico, o que mais impressiona é a visita ao moderno terraço e cúpula do Reichstag, construída toda em ferro e vidro pelo famoso arquiteto inglês Norman Foster. Você também pode ir para a parte externa, no terraço, e curtir a vista da cidade de Berlim.

💁 Dica da Alê: O local está aberto à visitação diariamente, de graça. Porém é necessário fazer um agendamento prévio pelo site com pelo menos dois dias de antecedência. Para entrar no local, você precisa levar o comprovante da reserva e o passaporte.

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A parte interna da cúpula do Reichstag, construída toda em ferro e vidro (Foto: Passaporte Digital)

 

Ah, e se quiser saber mais sobre a história do Reichstag e os pontos turísticos ao redor, você pode retirar um áudio guide em português para ouvir durante a visita! Que facilidade!

VEJA ROTEIRO COMPLETO DE BERLIM

 

REICHSTAG – PREÇO E HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO

 

💰 Preço: entrada gratuita mediante reserva. Veja dias e horários disponíveis AQUI.

Horário de funcionamento: Diariamente das 18h30 às 21h45 (horário especial em período pós-pandemia. Consulte o site antes da visita). Entrada a cada quinze minutos

O terraço e a cúpula ficam fechados o dia todo em 24 de dezembro e a partir das 16h em 31 de dezembro.

 

 

 

Como chegar ao Reichstag

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Moderno e inconfundível, o Reichstag tem que estar no roteiro (Foto: Passaporte Digital)

 

📍 Localização: Platz der Republik 1 – Tiergarten, 11011 Berlim

🚆 S-Bahn: Linhas S1, S2, S25, estação S+U Brandenburger Tor; Linhas S5, S7, estação Hauptbahnhof
🚆 U-Bahn: Linha U55, estação  Bundestag
🚌 Ônibus: Linha 100, parada Reichstag/Bundestag

📅 Reservas: É necessário agendar a visita pelo site.

 

MAIS SOBRE EUROPA:

Roteiro de Barcelona
Roteiro de Roma
Roteiro de Amsterdã

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Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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Portugal: 5 vilarejos imperdíveis em Alentejo

Portugal: 5 vilarejos imperdíveis em Alentejo

Portugal: 5 vilarejos imperdíveis em Alentejo

Imagine um lugar onde você consegue juntar: praias quase intocadas, vinícolas, castelos e vilarejos que fazem você voltar no tempo. Assim é a região de Alentejo, em Portugal.

Um dos destinos mais visitados no país, o Alentejo oferece um grande leque de opções para os turistas, mas hoje vamos falar dos vilarejos e aldeias dessa autêntica região portuguesa, que inclui castelos medievais, ruas de pedra e casinhas brancas formam cenários simplesmente adoráveis.

A aproximadamente 130 km de Lisboa, a região de Alentejo tem como principal cidade Évora, uma das cidades medievais mais bem conservadas de Portugal. Depois de conhecê-la, você pode explorar alguns vilarejos charmosos que vão surpreender pelas paisagens e pelo estilo de vida calmo e delicioso.

Confira abaixo cinco vilas do Alentejo que têm que estar no seu roteiro.

 

5 vilarejos charmosos no Alentejo

 

1- Arraiolos

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Castelo de Arraiolos é a grande atração neste vilarejo (Foto: Victor Carvalho)

A menos de 30 km de Évora, a principal cidade do Alentejo, Arraiolos conta com um castelo circular peculiar e é famosa por seus tapetes, que estão entre os artesanatos mais fascinantes de Portugal. Além destes itens coloridos que decoram vários locais da vila, Arraiolos conta com construções incríveis, como a Igreja da Misericórdia e a Igreja do Convento de Nossa Senhora da Assunção, decoradas com belíssimos azulejos.

 

 

2- Monsaraz

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Sobre uma colina e cercada por muralhas, Monsaraz fica próxima à fronteira com a Espanha (Foto: Turismo de Alentejo)

Situada próximo à fronteira com a Espanha, fica sobre uma colina e cercada por muralhas medievais. Com a deslumbrante paisagem alentejana como pano de fundo, a vila tem estreitas ruas de paralelepípedos, casas de paredes brancas e um castelo impressionante, que garante uma vista belíssima para o lago Alqueva.

 

 

3- Marvão

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Marvão é cercada de muralhas construídas nos séculos 13 e 17 (Foto: Victor Carvalho)

No ponto mais alto da Serra de São Mamede, a 800 metros de altitude, fica a vila de Marvão, onde predomina um ambiente de tranquilidade. As muralhas que a rodeiam foram construídas nos séculos 13 e 17, e a arquitetura das construções locais abusam do granito, varandas de ferro forjado e janelas manuelinas.

 

4- Mértola

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Mértola fica em meio a um parque natural com vista para o rio Guadiana (Foto: Turismo do Alentejo)

Antigamente, esta vila foi uma importante cidade do Império Romano e, depois disso, uma grande cidade muçulmana. Sua herança islâmica é uma das mais bem preservadas de Portugal, e por lá é possível encontrar até uma antiga mesquita onde funciona uma igreja católica. O resultado é um destino heterogêneo, com edifícios e vestígios que contam uma história vasta e muito antiga. Para completar, Mértola fica em meio a um parque natural e tem uma vista deslumbrante para o rio Guadiana.

 

5- Serpa

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O vilarejo de Serpa é rodeado por uma muralha do século 13 (Foto: Visit Alentejo)

A cerca de 55 km de Mértola está Serpa, cercada por colinas e vinhedos. Esta vila alentejana conta com um centro histórico muito bem preservado, e um passeio por suas ruazinhas de pedras ladeadas por casas muito brancas é obrigatório para quem a visita. Na parte mais alta ficam as construções mais longevas, muitas do período medieval, inclusive a torre do antigo castelo. Serpa também é rodeada por uma muralha do século 13, além de um monumental aqueduto com arcada italiana.

 

VEJA MAIS: Guia de compras em Lisboa

 

Alentejo onde fica

 

 
Portugal é um país delicioso para explorar de ponta a ponta. A menos de 100 quilômetros de Lisboa, começa a região de Alentejo, cuja principal cidade é Evora.
 
Com planícies verdes, praias de areia dourada e lagos magníficos, os vilarejos da região do Alentejo parecem tirados de um conto de fada.
 
Na verdade, o Alentejo é a maior região portuguesa com um patrimônio histórico, cultural e arquitetônico riquíssimo, com construções do período romano, igrejas e castelos medievais e até mesmo resquícios do período pré-histórico se espalham pelos seus 27.000 km2.
 
Alentejo

O charmoso vilarejo de Mertola, no Alentejo (Foto: Turismo do Alentejo)

 
Além da natureza exuberante e das construções históricas, o Alentejo ainda tem uma gastronomia de dar água na boca e vinhos que estão entre os melhores do mundo. É possível, ainda, conhecer seu processo de produção, aprender mais sobre eles e degustá-los em alguma das vinícolas da Rota do Vinho.
 

Alentejo: informações úteis

 

Moeda: o Alentejo é uma região de Portugal e, assim como o restante do país, utiliza o Euro como moeda corrente. Os cartões de crédito internacionais são amplamente aceitos.

Fuso horário: a região está no fuso GMT +0. A diferença de horário entre o Brasil e o Alentejo varia de acordo com o horário de verão de cada país.

Clima: o clima é temperado. Prepare-se para verões quentes e secos e invernos frios e úmidos. Primavera e outono registram temperaturas amenas e pouca amplitude térmica.

População: um lugar extremamente tranquilo, o Alentejo possui uma população de cerca de 500.000 habitantes e densidades demográficas que variam entre 6 e 50 habitantes por quilômetro quadrado.

Visto: brasileiros não precisam de visto para entrar em Portugal. Com um carimbo no passaporte, você pode circular por até 90 dias por toda a União Europeia, e é possível renovar a permissão por mais 90 dias.

Aeroporto: a principal porta de entrada para Portugal é a capital, Lisboa. De lá, são apenas 132 km até o coração do Alentejo, a cidade de Évora.

Transportes: há serviços de táxi em quase todas as localidades. Circular de carro também é muito fácil, mas algumas estradas possuem pedágio. 

Vacinas: nenhuma vacina é necessária para entrar em Portugal.

Voltagem padrão: 220V

Gorjeta: o serviço está incluído na conta dos restaurantes, mas é habitual deixar uma gorjeta de 5 a 10% sobre o preço total da refeição. As gorjetas também são comuns nos táxis, de 5 a 10% que geralmente significam o arredondamento do valor a pagar.

Feriados Nacionais:

  • Dia de Ano Novo – 1 de janeiro
  • Sexta-feira Santa – data móvel
  • Dia da Liberdade – 25 de abril
  • Dia do Trabalhador – 1 de maio
  • Dia de Portugal – 10 de junho
  • Assunção de Nossa Senhora – 15 de agosto
  • Imaculada Conceição – 8 de dezembro
  • Natal – 25 de dezembro

 

MAIS SOBRE PORTUGAL:

5 Monumentos em Portugal para os fãs de história
Praias de Portugal
Porto e Lisboa em três dias

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Alessandra Oggioni

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Torre Eiffel será reaberta com restrições

Torre Eiffel será reaberta com restrições

Torre Eiffel será reaberta com restrições

Um dos pontos turísticos mais famosos do mundo, a Torre Eiffel, em Paris (França), será reaberta no próximo dia 25 de junho após mais de três meses fechada ao público por conta da pandemia mundial causada pelo coronavírus.

Mas quem for visitar um dos lugares mais fotografados do mundo terá que obedecer a algumas restrições! Leve sua máscara e prepare-se para subir escada!

Por enquanto, somente o acesso até o segundo andar foi liberado, e apenas de escada! Ah, e o uso de máscara é obrigatório a todos os visitantes com 11 anos ou mais. 

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Elevador apertado da Torre Eiffel estará inativo; subida terá que ser pelas escadas (Foto: Wally Gobetz)

 

Quem já esteve por lá sabe que os elevadores são bastante apertados, concentrando (ou esmagando) os visitantes até o topo da torre. Por isso, para acessar o piso superior da torre Eiffel somente de escada! Vá de tênis e prepare-se para subir!

De um lado, estarão disponíveis as escadas para quem estiver subindo. Do outro, para quem estiver descendo. Nada de esbarrões! 

VEJA MAIS: ROTEIRO DE 7 DIAS EM PARIS

Além disso, a entrada dos visitantes nos andares será controlada, para evitar aglomeração.

Infelizmente, o topo da torre, um dos lugares mais sonhados por boa parte dos turistas, ainda ficará fechado. Isso porque o elevador que dá acesso a ela é bastante pequeno.   

A França, que teve mais de 191.000 casos e 29.000 mortes, segundo dados da Johns Hopkins, começou a diminuir suas restrições de bloqueio em meados de maio, mas está exercendo maior cautela em Paris. Desde então, o transporte público opera com capacidade reduzida e os passageiros precisam usar máscaras, para não levarem multa de US$ 220.

 

Curiosidades sobre a Torre Eiffel

  • Tem 324 metros de altura
  • Foi erguida em 1.889
  • Era para ser apenas uma exposição temporária, mas fico em definitivo
  • É a construção mais alta da cidade
  • O monumento recebe cerca de 7 milhões de visitantes por ano

 

Quanto custa conhecer a Torre Eiffel

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Torre Eiffel, em Paris, será reaberta após pandemia com restrições (Foto: Swann Lecocq)

 

Preço – Entrada Torre Eiffel

💰 Entrada:

  • Acesso ao topo de elevador: € 25,90 (adulto), € 13,00 (jovem de 12 a 24 anos) e € 6,50 (criança de 4 a 11 anos).
  • Acesso ao segundo piso de elevador: € 16,60 (adulto), € 8,30 (jovem de 12 a 24 anos) e € 4,10 (criança de 4 a 11 anos).
  • Acesso ao topo de elevador + escada: € 19,70 (adulto), € 9,80 (jovem de 12 a 24 anos) e € 5 (criança de 4 a 11 anos).
  • Acesso ao segundo piso de escada: € 10,40 (adulto), € 5,20 (jovem de 12 a 24 anos) e € 2,60 (criança de 4 a 11 anos).

 

Horário de funcionamento da Torre Eiffel

Horário regular:

  • Diariamente, das 9h30 às 23h45 (de junho a agosto, funciona das 9h às 00h45). Atenção aos horários especiais no período pós-pandemia

 

Como chegar a Torre Eiffel

  • Metrô Bir-Hakeim, Trocadéro ou Ecole Militaire. RER Champ-de-Mars

 

 

LEIA TAMBÉM: Museus gratuitos em Paris

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Torre Eiffel será reaberta com restrições

Um destino que está na lista de quase todo viajante é a Amazônia. Sim, a floresta mais importante do mundo tem incontáveis motivos para ser visitada. E o melhor: a maior parte dela está aqui mesmo no Brasil.

A Amazônia é o lugar perfeito para quem ama a natureza. Maior bioma brasileiro, por lá crescem 2.500 espécies de árvores e 40 mil espécies de plantas, sem contar as 1,3 mil espécies de aves e 300 mamíferos. 

A floresta amazônica é tão grande que abrange nove países (Brasil, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana Francesa e Suriname), sendo que 60% da floresta está localizada no Brasil.

Manaus, no Amazonas, é uma das principais portas de entrada para a Amazônia, mas você também pode conhecer a floresta pelos estados do Pará, Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Acre, Amapá, Rondônia e Roraima.

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Passeio de barco para conhecer o famoso Encontro das Águas do rio Negro e Solimões

 

Em Manaus, por exemplo, você pode fazer o famoso passeio de barco para ver o Encontro das Águas, quando o Rio Negro, com águas escuras, se encontra com o Solimões, de tom avermelhado. É sensacional ver que as águas não se misturam. Eu fiz este passeio em 2006, quando estive lá, e recomendo muito. Não vejo a hora de voltar, agora com a família inteira.

VEJA MAIS: O QUE FAZER EM MANAUS

Além disso, recomendo passeios de barco pelos rios, conhecer os igarapés, os manguezais, as cachoeiras, enfim, atração interessante não falta.

Veja cinco atrações imperdíveis para quem planeja conhecer a Amazônia.

 

5 motivos para conhecer a Amazônia

 

1- Ficar pertinho de uma natureza exuberante

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Na Amazônia, é comum ver animais exuberantes, como a Arara Azul (Foto: Jorge Lopes)

 

A viagem a Amazônia é o ápice do turista que é apaixonado pela natureza no seu sentido mais profundo. Os passeios incluem um tour de barco por igapós, trilhas em meio à vegetação nativa e a observação de muitas espécies de aves, peixes e mamíferos. Um destino para ficar na memória!

 

2- Ter várias cidades para conhecer

Manaus, capital do Amazonas, é a principal porta de entrada para a Amazônia. Lá o viajante tem opções culturais, ótimos hotéis e restaurantes e, claro, diversas opções de passeios pela floresta e até praias de rio. É delicioso!

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Uma das praias de rio de Manaus (Foto: Passaporte Digital)

Mas há outras cidades interessantes para conhecer. Ainda no Amazonas, Presidente Figueiredo, a 100 km da capital, é muito conhecida pelo turismo ecológico, com cavernas, corredeiras e cachoeiras.

Alter do Chão, no Pará, é outra opção interessante no município de Santarém no Pará. A vila é banhada pelas belas águas do rio Tapajós, formando deliciosas praias de água doce.

LEIA TAMBÉM: 15 melhores pontos turísticos de Belém do Pará

 

3- Fazer passeios incríveis

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Trilha pela floresta amazônica em Mato Grosso (Foto: Samuel Melim)

 

Que tal ver ao vivo uma árvore com mais de 60 metros de altura? As trilhas em meio à selva proporcionam uma experiência sensacional. Mas este é só um dos passeios incríveis para fazer na Amazônia. Tem o tour de barco pelo encontro das águas do rio Negro e Solimões, em Manaus, tem as ilhas do Parque Nacional de Anavilhanas, em Uarini (AM), os botos cor-de-rosa em Novo Airão (AM), as cachoeiras de Presidente Figueiredo (AM), entre muitos outros.

 

4- Conhecer de perto a maior biodiversidade do mundo

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Conhecendo de perto uma castanheira, um passeio da reserva Cristalino Lodge, em Mato Grosso (Foto: Cristian-Dimitrius)

Abocanhando 49,29% do território brasileiro, a Amazônia é hoje o maior bioma do mundo, que abrange nove países (Brasil, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana Francesa e Suriname). São cerca de 40 mil espécies de plantas, 300 espécies de mamíferos, 1,3 mil espécies de aves, em 4,196.943 km² de florestas densas e abertas.

A Amazônia abriga ainda a maior bacia hidrográfica do mundo e uma imensa reserva de madeira (sendo notícia no mundo, inclusive pelo desmatamento 🙁 . O fato é conferir de perto toda essa biodiversidade é um privilégio muito grande, que precisa ser preservado por todos!

 

5- Provar uma culinária única

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Um dos pratos da culinária amazônica servido no Cristalino Lodge (Foto: Gustavo Steffen)

 

A culinária da Amazônia inclui muitos peixes de água doce, como o filhote, o pirarucu e o tambaqui, preparados das mais diferentes formas: grelhados, fritos, cozidos no vapor, em molhos ou ensopados.

Mas tem outros pratos bem típicos como a maniçoba, feita com pedaços de carne, mandioca e filhas de chicória, e o tacacá, uma sopa com jambu e tucupi comum nos estados do Acre, Amazonas, Rondônia e Pará.

 

Amazônia: quando ir?

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Vale a pena conhecer Manaus, porta de entrada para a Amazônia (foto: Bruno Zanardo)

 

Para quem pretende visitar a Amazônia, é muito importante saber que existem duas estações: a época da cheia e a época da seca. Por isso, o melhor período é aquele que atende ao que você mais quer fazer por lá.

  • Dezembro a Maio: período de chuvas, época recomendada para quem quer fazer passeios de canoa pelos igapós (conhecidos como florestas inundadas).
  • Junho a Novembro: período de seca, ideal para aproveitar as praias de rios (chamadas de fluviais), que desaparecem quando o rio está denso e cheio.

 

Onde fica a Amazônia brasileira

A floresta amazônica localiza-se no norte da América do Sul, abrange os estados do Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia, Pará e Roraima, além de menores proporções nos países: Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa.

💁 Dica da Alê: Como a Amazônia é bem quente, recomendo levar para sua viagem: protetor solar, capa de chuva, repelente, lenço umedecido, toalha de secagem rápida ou toalha de rosto, chapéu e um squeeze que mantenha uma água geladinha.

 

MAIS SOBRE A REGIÃO DA AMAZÔNIA:

Conheça Manaus
Conheça Belém
Passeio de balão no Acre

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Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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5 Monumentos em Portugal para os fãs de história

5 Monumentos em Portugal para os fãs de história

5 Monumentos em Portugal para os fãs de história

Portugal, assim como toda a Europa, é uma verdadeira viagem cultural. Eu amo conhecer a fundo qual a história por trás de um monumento ou construção.

Quem for a Portugal, pode conferir pelo menos 25 monumentos considerados Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, com beleza e imponência que fascinam os visitantes. São locais incríveis com histórias que valem a pena conhecer.

Para facilitar, selecionamos aqui cinco grandes atrações cheias de história e beleza localizadas em diversas cidades de Portugal. Suas características e elementos únicos guardam acontecimentos históricos que ajudaram a formar o território e a cultura da região.

Confira os locais e preços de cada atração:

 

1- Mosteiro de Alcobaça – Alcobaça

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O imponente Mosteiro de Alcobaça é um dos mais impressionantes da arquitetura de Cister em toda a Europa (Foto: Visit Center of Portugal)

Também conhecido como abadia de Santa Maria de Alcobaça, o Mosteiro de Alcobaça foi fundado no ano de 1153 pelo Rei Afonso I, sendo uma das mais impressionantes construções da arquitetura de Cister em toda a Europa.

Ao centro de cada braço do transepto podemos ver duas obras-primas da arte estatuária medieval, os túmulos de D. Pedro I (1357-67) e D. Inês, colocados frente a frente para que possam se reencontrar de novo no Dia da Ressurreição.

Apesar de seus quase 900 anos, o conjunto conserva intacta suas dependências medievais e a sua igreja é a maior em estilo gótico primitivo construído em Portugal na Idade Média. O Mosteiro de Alcobaça foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1989.

📍 Localização: Praça 25 de Abril, 2460-018 AlcobaçaPortugal
Horário de funcionamento: diariamente, das 9h às 18h (de abril a setembro até às 19h)
💰 Preço: 6 € (adulto), 3 € (idosos acima de 65 anos, estudantes), grátis para crianças de até 12 anos

 

2- Mosteiro de Santa Maria da Vitória – Batalha

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Mosteiro da Batalha é uma das mais belas obras da arquitetura portuguesa (Foto: Visit Center of Portugal)

O Mosteiro de Santa Maria da Vitória, também conhecido como Mosteiro da Batalha, é uma das mais belas obras da arquitetura portuguesa e europeia. Este conjunto arquitetônico fica na vila de Batalha, na província da Beira Litoral, a aproximadamente 150 quilômetros de Lisboa e a 20 quilômetros de Fátima, perfeito para um roteiro casadinho.

O monumento é resultado de uma promessa feita pelo Rei Dom João I em agradecimento pela vitória de uma batalha em 1385, que lhe assegurou o trono e a independência de Portugal.

As obras duraram mais de 150 anos e foram várias fases de construção. O monumento está inscrito na lista de Patrimônios da Humanidade da UNESCO desde 1983.

📍 Localização: Largo Infante Dom Henrique, 2440, Vila de Batalha 2440-484, Portugal
Horário de funcionamento: diariamente, das 9h às 18h
💰 Preço: 6 € (adulto), 3 € (idosos acima de 65 anos, estudantes), grátis para crianças de até 12 anos

 

3- Convento de Cristo – Tomar

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O Convento dos Cavaleiros de Cristo de Tomar foi construído em 1160 (Foto: Visit Center of Portugal)

O Castelo Templário e Convento dos Cavaleiros de Cristo de Tomar foi construído sobre um lugar de culto romano em 1160.

O espaço fortificado era na época um exemplar de eficácia de arquitetura militar, sua muralha era protegida por uma torre de vigilância e a Charola – um dos raros e emblemáticos templos circulares da Europa medieval. Em 1983, o monumento foi listado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

📍 Localização: Igreja do Castelo Templário, 2300-000 Tomar, Portugal
Horário de funcionamento: diariamente, das 9h às 17h30 (de abril a setembro até às 18h30)
💰 Preço: 6 € (adulto), 3 € (idosos acima de 65 anos, estudantes), grátis para crianças de até 12 anos

 

LEIA TAMBÉM: O QUE FAZER EM VENEZA EM APENAS 1 DIA

 

4- Universidade de Coimbra – Coimbra

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A mais antiga universidade portuguesa, a Universidade de Coimbra foi criada em 1290 (Foto: Emanuele Siracusa)

A mais antiga universidade portuguesa, e uma das mais antigas da Europa, foi criada em 1290. A Universidade de Coimbra possui um notável conjunto histórico-cultural que inclui diversos colégios do século 16, o Real Palácio da Alcáçova, a Biblioteca Joanina, o Jardim Botânico e a Imprensa Universitária.

São mais de sete séculos de desenvolvimento e história, que se tornaram referência para outras instituições de ensino superior no mundo da língua portuguesa.

É possível fazer uma visita guiada pela universidade, em um tour de uma hora e meia, passando pelo Paço das Escolas, Biblioteca Joanina, CAepla São Miguel e Palácio Real. Mas é necessário comprar o bilhete com um mês de antecedência.

Desde de 2013, a Universidade é classificada como Patrimônio Mundial da UNESCO.

📍 Localização: Paço das Escolas, 3004-531 Coimbra, Portugal
Horário de funcionamento: diariamente, das 8h45 às 16h30 (de março a outubro até às 19h)
💰 Preço: Entrada básica (Universidade): 7 € (adulto). Tour guiado: 20 € (adulto), 15 € (estudantes de 6 a 25 anos)

 

5- Vale do Côa – Foz do Côa

A história do Vale do Côa tem mais de 25 mil anos e sua galeria apresenta mais de mil rochas com manifestações rupestres, com representações de animais e caçadores. A região guarda pinturas e gravuras do Neolítico e Calcolítico, da Idade do Ferro e, depois, ao longo dos séculos 17, 18, 19 e 20.

O sítio está inscrito na lista de Patrimônio da Humanidade da UNESCO desde 1998, juntamente com a zona arqueológica de Siega Verde, na Espanha, e suas 645 gravuras, que representam animais, figuras geométricas e esquemáticas. Os sítios do Vale do Côa e de Siega Verde formam o conjunto mais importante de arte rupestre do Paleolítico ao ar livre da Península Ibérica.

📍 Localização: R. do Museu, 5150-610 Vila Nova Foz Côa, Portugal
Horário de funcionamento: diariamente, das 9h às 17h30 (de março a maio, das 9h30 às 18h)
💰 Preço: 15 € (adulto), 7,5 € (criança de 4 a 12 anos), 12 € (idosos)

 

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Alessandra Oggioni

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Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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Conheça a Boêmia, na República Tcheca

Conheça a Boêmia, na República Tcheca

Conheça a Boêmia, na República Tcheca

A região da Boêmia, na República Tcheca, é um lugar que não tinha imaginado visitar. Andei pesquisando sobre o destino e vi que é uma opção incrível, especialmente pela localização privilegiada, entre Praga, Viena e Munique.

Para quem quer fazer um tour pela Europa e tem pouco tempo, é um lugar lindo para colocar no roteiro.

Vamos conhecer?

 

Sobre a Boêmia

Boêmia é um daqueles destinos encantadores, com castelos, palácios e monumentos históricos rodeados de montanhas, lagos e rios.

A melhor época para visitar a região da Boêmia é de abril a outubro, pois os castelos estão abertos e o clima é mais agradável. A temporada de Natal também é interessante para os amantes dos mercados e tradições de Natal.

 

Localização

Boêmia fica a apenas 155 quilômetros da capital da República Tcheca, Praga. Uma dica de roteiro é incluir Viena (Áustria), que fica a 220 quilômetros de distância, e Munique, na Alemanha, longe 320 quilômetros.

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A melhor época para viajar para a região da Boêmia é de abril a outubro (Foto: Destino Tchequia)

 

Roteiro recomendado

  • Dia 1: cidade de České Budějovice: palácio de Hluboká

  • Dia 2: cidade de Český Krumlov: city tour 

  • Dia 3: cidade de Český Krumlov: barragem de Lipno

  • Dia 4: Parque Nacional Šumava

 

3 lugares imperdíveis na região da Boêmia

 

1- Ceské Budějoviceoteiro: castelos, palácios e cidades históricas 

České Budějovice é a capital da região da Boêmia erguida na confluência dos rios Vltava e Malše que até hoje rodeiam seu centro histórico.

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Na Boêmia, Palácio de Hluboká é considerado um dos mais bonitos da República Tcheca (Foto: Destino Tchequia)

É em um dos distritos de Ceské Budejovice que fica um dos palácios mais bonitos da República Tcheca, o Castelo de Hluboká. Tem 140 quartos e 11 torres e oferece vários passeios pelo seu interior e pelas luxuosas salas representativas que têm paredes folheadas e esculpidas, tetos decorados, móveis elegantes, lustres de cristal e grandes coleções de pinturas, objetos de prata e porcelanas.

Não deixe de visitar:

  • Castelo de Hluboká
  • Prefeitura barroca e fonte de Sansão (considerada a maior do país) em Přemysl Otakar II, uma das maiores praças quadradas da Europa
  • Mosteiro da ordem dominicana, fundado no século XIII
  • Catedral de São Nicolau

 

💁 Dica da Alê: Ao lado da Catedral São Nicolau, visite também a Torre Negra, o símbolo da cidade com 72 m de altura.

 

2- Český Krumlov: mais castelos 

Considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, a cidade de Český Krumlov é conhecida como a “A Pérola da Boêmia”. Cercada pelo rio Vltava, era a antiga sede de poderosas famílias tchecas – lá você vai ouvir falar muito dos Rosenberg e dos Schwarzenberg.

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A barragem de Lipno é um bo lugar para praticar esportes (Foto: Destino Tchequia)

Um dos principais pontos turísticos da região é a barragem de Lipno é a maior da República Tcheca, situada na bela natureza de Šumava. É um destino preferido para os amantes de férias ativas. Você pode praticar arvorismo, esportes à vela, nadar ou simplesmente relaxar e descansar em uma das “praias” de Lipno. 

Não deixe de visitar:

  • Castelo de Český Krumlov
  • Praça da Concordia
  • Igreja de San Vito
  • Galeria de Egon Schiele e fotoatelier Seidl
  • Loja de marionetes Casa dos Contos
  • Barragem de Lipno

 

3- Parque Nacional de Šumava 

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Em meio a floresta, o Parque Nacional de Sumava fica na fronteira entre a República Tcheca e a Alemanha (Foto: Destino Tchequia)

O Parque Nacional de Šumava está localizado na fronteira tcheco-alemã. É o maior território de todo o continente europeu coberto de florestas em toda a sua superfície. Existem poucas áreas na Europa Central que oferecem uma paisagem tão harmoniosa, uma combinação de montanhas com matas seculares, lagos glaciais com águas cristalinas e pântanos cheios de mistérios.

 

Comida e cerveja na Boêmia

Entre os sabores da região da Boêmia, destaca-se uma marca de cerveja original reconhecida mundialmente como Budweiser Budvar (na América Latina é comercializada como Czechvar). O melhor lugar para experimentar a bebida é o famoso restaurante Masné krámy, localizado no coração de České Budějovice.

Outra cervejaria que você não pode perder é a Eggenberg, na cidade de Cesky Krumlov. A visita e a degustação dos quatro tipos de cerveja podem ser apreciadas no restaurante localizado dentro das antigas instalações da fábrica.

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Os amantes de cerveja podem conhecer os produtos locais (Foto: Destino Tchequia)

Para apreciar a gastronomia da região, em České Budějovice, visite o restaurante-bar Žlutá ponorka (submarino amarelo) e a cervejaria Solnice (localizada no edifício gótico de 1531 que era um antigo armazém de grãos, armas e, finalmente, sal).

Em Český Krumlov, almoce ou jante em tabernas medievais como U Dwou Maryí ou Šatlava. Para experimentar pratos típicos tchecos, os restaurantes Na Louži e Don Julius são uma opção muito boa.

 

MAIS SOBRE A EUROPA:

Roteiro de Roma
O melhor de Barcelona
Guia prático de Amsterdam

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