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7 dicas essenciais para quem visita o Jalapão pela 1ª vez

7 dicas essenciais para quem visita o Jalapão pela 1ª vez

Jalapão, localizado no Estado do Tocantins, região central do Brasil, é o mais recente destino “queridinho” de todo mundo que curte natureza.

E não é só porque apareceu em uma novela da Globo não!

Repleto de dunas alaranjadas, cachoeiras magníficas, riachos de águas transparentes e impressionantes formações rochosas muito bem preservados, o Jalapão atrai visitantes em busca de uma viagem mais contemplativa, daquelas que a gente sai renovada quando volta, sabe?

Se você é do tipo mais aventureiro, também não vão faltar opções. São muitos os pontos turísticos do Jalapão onde é possível fazer rafting, canoagem, trilhas, mergulhos.

VEJA TAMBÉM: Roteiro de Palmas e arredores

O Jalapão, na verdade, é uma região composta por cinco áreas de conservação, incluindo o Parque Estadual do Jalapão, em uma área de 34 mil km², pasme: maior que os estados de Sergipe e Alagoas!

Visitar esse paraíso tem um preço, claro. É preciso percorrer cerca de 350 quilômetros de carro a partir do aeroporto de Palmas, capital do Tocantins. Mas garanto que todo esforço vai valer a pena diante de tanta beleza natural.

Se você nunca esteve lá e quer conhecer o Jalapão pela primeira vez, não deixe de ler nossas dicas essenciais para o turista de primeira viagem.

 

1- Como ir de Palmas para o Jalapão?

jalapao estradas

O trajeto de Palmas até Ponte Alta é todo asfaltado, depois segue em pista de terra (Foto: Lucia Barreiros da Silva)

A cada ano, cresce o número de brasileiros e estrangeiros que se aventuram rumo ao Jalapão. A maioria dos atrativos fica nas cidades de Mateiros (a 340 km de Palmas), Novo Acordo (a 133 km da capital do Tocantins), Ponte Alta do Tocantins e São Félix do Tocantins (distante 280 km).

Como não há aeroportos na região, o único meio de transporte até lá é por estradas mesmo. Para quem chega de outros estados, o ideal é ir de avião até Palmas. De lá, siga viagem até o Jalapão via terrestre, pela estrada TO-030 até Santa Tereza do Tocantins e, depois, pela TO-130 até Ponte Alta.

O trajeto de Palmas até Ponte Alta é todo asfaltado, depois segue em pista de terra. Então, o melhor é alugar um 4×4 para não correr o risco de atolar ou contratar uma companhia de turismo local para fazer o transporte. Para quem vai até Mateiros, o trecho continua pela TO-255.

 

2- Qual a melhor época do ano para visitar o Jalapão?

 

Os atrativos do Jalapão garantem diversão o ano inteiro, seja no período chuvoso ou de estiagem, depende muito do perfil do turista.

No entanto, a estação seca, que vai de maio a setembro, é a mais indicada para curtir as atrações sem medo da chuva e ainda assistir a um pôr do sol incrível.

De outubro a abril, apesar de os dias serem menos quentes, as chuvas acabam atrapalhando um pouco os passeios e deixam também as águas mais escuras.

Evite também os meses de férias, que costumam deixar os preços de hospedagem e passagens mais caros.

 

3- O que fazer no Jalapão?

jalapao cachoeira

Cachoeira da Velha, a maior queda d’água do Parque Estadual do Jalapão (Foto: Helia Vannucchi)

Atração bonita é o que não falta no Jalapão. Aqui, vamos listar algumas que têm que estar no seu roteiro! Confira.

Cachoeira da Velha: maior queda d’água do Parque Estadual do Jalapão, a Cachoeira da Velha tem formato de ferradura, com aproximadamente 100 metros de largura e 15 metros de altura. É imperdível.

Dunas do Jalapão: cartão-postal do Jalapão, o lugar também fica dentro do Parque Estadual e é composto por areias finas e alaranjadas que chegam a 40 metros de altura emolduradas pela Serra do Espírito Santo.

Cachoeira do Formiga: esta nascente de água verde-esmeralda merece a visita. Fica na cidade de Mateiros.

jalapão pedra furada

Experimente ver o lindo pôr do sol do Jalapão na Pedra Furada (Foto: Divulgação)

Pedra Furada: não dá para ir ao Jalapão é não fazer a tradicional foto na Pedra Furada, especialmente no pôr do sol. A subida é tranquila. É só chegar e aproveitar a vista!

Trilha da Serra do Espírito Santo: é uma das grandiosas formações rochosas do Jalapão. Dá para chegar ao topo fazendo uma trilha de uma hora. Se tiver espírito aventureiro, experimente assistir ao nascer do sol no topo da montanha. É espetacular!

Prainha do Rio Novo: se você procura o lugar ideal para relaxar, é só ir até a Prainha do Rio Novo. Localizada bem perto da Cachoeira da Velha, é ótima para mergulho ou para um simples banho de sol.

Fervedouro Bela Vista: com suas águas transparentes, nas quais é impossível afundar, Jalapão tem diversos fervedouros. Um dos mais bonitos é o Bela Vista, que fica em São Félix do Tocantins.

 

4- Os passeios exigem muito esforço físico?

jalapão morro

Trilha no Morro Espírito Santo é um dos únicos passeios que exigem um pouco mais de esforço (Foto: Helia Vannucchi)

Não precisa se preocupar com o preparo físico (se bem que isso sempre ajuda né?). Mas não precisa ser nenhum maratonista ou atleta para curtir as atrações do Jalapão. Os principais pontos turísticos não exigem grandes esforços nem longos percursos a pé.

No geral, os carros chegam até bem próximos aos fervedouros e cachoeiras (falo dos carros 4x4 ok?).

 

5- Onde se hospedar no Jalapão?

Não há hospedagens de luxo ou grandes redes de hotelaria por lá. No Jalapão, o que prevalece são as hospedagens em pousadas bem simples ou até mesmo os famosos campings.

Quem quer ir por conta própria (sem pacote fechado) pode se hospedar em Mateiros ou Ponte Alta do Tocantins e contratar passeios de um dia com operadores de turismo locais.

Geralmente, Mateiros é a cidade mais procurada para se hospedar no Jalapão, localizada a aproximadamente 340 km de Palmas, por ser a mais próxima do Parque Estadual do Jalapão.

Outras cidades para quem procura hospedagem: Novo Acordo e São Félix do Tocantins, a mais próxima dos fervedouros.

 

6- Quanto tempo ficar no Jalapão?

jalapao rafting

Para os mais aventureiros, o Jalapão reserva as Corredeiras do Rio Sono (Foto: Secretaria de Turismo TO)

O ideal é ficar na região do Jalapão por pelo menos cinco dias, para poder apreciar os principais pontos turísticos com calma. Se tiver mais tempo, melhor, assim dá para incluir mais passeios ou passar mais tempo em cada local.

 

7- O que levar na mala?

A região do Jalapão é bem quente, mesmo no inverno. Veja algumas dicas do que colocar na mala:

  • Roupas leves
  • Roupas de banho
  • Tênis ou calçado de trilha
  • Chinelo
  • Sapatilha ou meia para entrar na água
  • Casaco leve (vai que, né?)
  • Capa ou jaqueta impermeável (caso vá na época de chuva)
  • Mochila para os passeios
  • Toalha
  • Protetor solar
  • Repelente
  • Chapéu ou boné
  • Óculos de sol
  • Capa subaquática para celular (ou câmera apropriada)
  • Máscara para mergulho
  • Carregador externo para celular
  • Dinheiro em espécie (muitos lugares não aceitam cartões e caixas eletrônicos não são tão fáceis de encontrar)

 

Tem mais alguma dúvida sobre este ou outros destinos? Deixe sua pergunta aqui nos comentários. Vou ter um enorme prazer em responder!

LEIA MAIS SOBRE OUTROS DESTINOS BRASILEIROS:

Manaus
Belém
Gramado

 

 


Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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Os 15 melhores pontos turísticos de Belém, no Pará

Os 15 melhores pontos turísticos de Belém, no Pará

Belém, no Pará, é um destino completo: tem passeios para quem gosta de turismo religioso, em especial com o tradicional Círio de Nazaré, para quem curte arte, natureza e boa comida. Para ajudar no roteiro, selecionamos os 15 melhores pontos turísticos de Belém (na nossa opinião) e compartilhamos com você, tudo com preço, localização e horário de funcionamento, para facilitar ainda mais a sua viagem.

Bom, para começar, aconselhamos ficar na capital do Pará por pelo menos quatro dias, para poder aproveitar tudo com calma. Se puder ficar mais tempo, aproveite para conhecer os arredores, como a belíssima Santarém e suas praias de águas doces.

Aproveite e acompanhe nossas dicas de viagem pelo Facebook e Instagram!

 

VEJA MAIS SOBRE SANTARÉM, NO PARÁ, AQUI

 

Se você a Belém for no mês de outubro, aproveite para participar do famoso Círio de Nazaré, a maior procissão religiosa do mundo que acontece há mais de dois séculos. É claro que nesta época, você vai enfrentar uma cidade mais lotada, já que aproximadamente dois milhões de fiéis costumam ir ao evento.

Entre os pontos turísticos de Belém, não deixe de conhecer o Mercado do Vero-o-Peso, a Basílica de Nazaré, o Forte do Presépio, a Estação das Docas e muito mais. Confira no roteiro abaixo e veja o vídeo.

 

 

Os 15 melhores pontos turísticos de Belém

Para você ver a nossa seleção dos melhores pontos turísticos de Belém, você pode clicar em cada um deles para ir direto aos que mais lhe interessar. 🙂

1. Forte do Presépio

2. Casa das Onze Janelas

3. Mercado Ver-o-Peso

4. Basílica de Nazaré

5. Estação das Docas

6. Passeio de barco

7. Mangal das Garças

8. Theatro da Paz

9. Bosque Rodrigues Alves / Jardim Botânico da Amazônia

10. Parque Zoobotânico e Museu Paraense Emílio Goeldi

Extras: mais pontos turísticos de Belém

 

1. Forte do Presépio

pontos turisticos de belem forte dos presepios

O Forte do Presépio é um dos marcos da fundação de Belém (Foto: Zonda Bez)

Localizado no Complexo Feliz Lusitânia, o Forte do Presépio é um dos marcos da fundação da cidade, erguido para defendê-la de invasões. Por isso, estão expostos os canhões originais no pátio interno, sem contar a bela vista para o Rio Guamá e o Mercado Ver-o-Peso, ali pertinho.

  • Onde fica: Praça Frei Caetano Brandão, s/nº, Belém
  • Horário de funcionamento: De terça a sexta-feira, das 10h às 15h. Sábado e domingo, das 9h às 13h

 

2. Casa das Onze Janelas

em belém visite a casa janelas

O atual espaço cultural Casa das Onze Janelas já foi residência de um senhor de engenho (Foto: Divulgação)

 

Entre os principais pontos turísticos de Belém, não poderia deixar de fora a Casa das Onze Janelas. Trata-se de uma construção histórica, a antiga residência de um senhor de engenho. Hoje, abriga um espaço cultural com obras de artistas como Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi e Lasar Segall. Aproveite para curtir o belo jardim e almoce no restaurante Boteco das Onze.

  • Onde fica: Praça Frei Caetano Brandão, s/nº, Belém
  • Horário de funcionamento: De terça a sexta-feira, das 10h às 18h. Sábado e domingo, das 10h às 14h

 

3. Mercado Ver-o-Peso

um dos pontos turísticos de Belém mais visitados, o mercado ver o peso

Mercado Ver-o-Peso um dos pontos turísticos mais famosos de Belém (Foto: Marcos Joel Reis)

 

O Mercado Ver-o-Peso é, sem dúvida, um dos mais famosos pontos turísticos de Belém. A maior feira aberta da América Latina e o mais conhecido cartão postal da cidade. Em sua marcante estrutura de ferro trazida da Europa no século 19 ficam barracas que vendem os mais diversos produtos: frutas regionais, raízes, temperos, ervas, óleos medicinais, artesanato e muita comida típica, como tacacá e maniçoba.

  • Onde fica: Avenida Boulevard Castilho França, s/nº, Belém
  • Horário de funcionamento: De terça a sexta-feira, das 10h às 18h. Sábado e domingo, das 10h às 14h

 

4. Basílica de Nazaré

outro ponto turístico maravilhoso é a basílica nazaré

Interior da Basílica de Nazaré, em Belém, onde é encerrada a procissão do Círio de Nazaré (foto: Bianca Barbosa)

 

A Basílica de Nazaré é o ponto de chegada do Círio de Nazaré, a maior procissão religiosa do Brasil que acontece sempre no segundo domingo de outubro. Segue o modelo da Basílica de São Paulo, em Roma, em estilo neoclássico. A santa padroeira da igreja fica no topo do altar, protegida por um vidro blindado. Dá para participar da missa também, caso queira (veja aqui os horários). Na praça em frente, há uma réplica, onde fiéis amarram fitinhas e fazem pedidos.

  • Onde fica: Praça Justo Chermont, s/nº, Belém

 

5. Estação das Docas

em belém, não deixe de visitar a estação das docas

Delícias passear e almoçar na Estação das Docas (Foto: Fernando Dall’Acqua)

A Estação das Docas ainda não está na lista dos principais pontos turísticos de Belém, mas acho que ela merece destaque sim! Trata-se de um moderno complexo turístico e gastronômico, composto por restaurantes, bares, sorveterias, lojas, cinema, museu e um terminal fluvial. Assim é o visual da orla do antigo porto de Belém, transformado em pólo de entretenimento. Se tiver tempo, fique para curtir o pôr do sol à beira do rio. É lindo demais!

  • Onde fica: Avenida Boulevard Castilho França, s/nº, Belém
  • Horário de funcionamento: Às segundas-feiras, das 10h à 0h. Terças e quintas, das 10h à 1h. Sextas-feiras e sábados, das 10h às 3h, e aos domingos, das 10h à 0h.

 

6. Passeio de barco

passeio de barco em Belém

Empresas de turismo oferecem passeios de barco para conhecer as belezas da região (Foto: Divulgação/Valverde)

Partindo da Estação das Docas, há várias opções de passeios de barco pelos furos e igarapés. O barco passa pelo Rio Guamá e Furo da Paciência, canal que dá acesso ao Rio Acará. No trajeto, que dura cerca de 3h30, dá para conhecer um pouco melhor a vegetação amazônica. Também tem opções de passeios menores, com empresas de turismo da região, como a Valverde.

Os preços variam conforme o trajeto, a partir de R$ 50 por pessoa.

 

 

7. Mangal das Garças

mangal das garças é ótimo para visitar e curtir a paisagem

Trapiche no Mangal das Garças, lugar lindo em Belém (Foto: Wagner Okasaki)

 

São quase 40.000 m² de área verde, composto por um mirante de 47 metros de altura, viveiro de pássaros, borboletário, loja de plantas e o restaurante Manjar das Garças.

  • Onde fica: Pass. Carneiro da Rocha, s/nº, Belém
  • Horário de funcionamento: De terça-feira a domingo, das 9h às 18h

 

8. Theatro da Paz

o theatro dispensa comentários

O interior do belíssimo Theatro da Paz, em Belém, construído em 1870 (Foto: Luciano Santa Brígida)

 

Localizado na Praça da República, o Theatro da Paz é lindo, um dos mais bacanas do Brasil. Construído em 1870, conta com materiais e objetos decorativos trazidos da Europa, como o lustre e as estátuas de bronze francesas e o piso de pedras portuguesas. Tem um tour guiado para quem quiser conhecer o interior do teatro.

  • Onde fica: Rua da Paz, s/nº, Praça da República, Belém
  • Horário de funcionamento: De terça a sexta-feira, das 9h às 17h. Sábado, das 9h às 12h. Domingo, das 9h às 11h
  • Taxa de visitação: R$ 6

 

9. Bosque Rodrigues Alves/ Jardim Botânico da Amazônia

um dos pontos turísticos de belém é o bosque

O Bosque Rodrigues Alves é uma delícia para curtir com as crianças (Foto: Divulgação)

 

Quase um pedaço da floresta amazônica dentro da cidade com mais de 2 mil espécies da flora amazônica, o Bosque Rodrigues Alves tem ainda um orquidário e viveiro de animais. Dá para percorrer trilhas avistando araras, macacos, jacarés, tartarugas e peixes-boi.

  • Onde fica: Avenida Almirante Barroso, 230
  • Horário de funcionamento: De terça-feira a domingo, das 8h às 17h
  • Ingresso: R$ 2 (adulto) e R$ 1 (criança de 7 a 12 anos). Grátis para crianças até 6 anos e idosos a partir de 60 anos

 

LEIA TAMBÉM: Roteiro de Palmas

 

10. Parque Zoobotânico e Museu Paraense Emílio Goeldi

parque zoobotânico é lindo para visitar em Belém

Vitória-régia, planta aquática típica da região amazônica, em destaque no Parque Zoobotânico do
Museu Emilio Goeldi (Foto: Papy Leite)

 

Enorme área verde em plena região central, o Parque Zoobotânico tem animais como onça-pintada, jacaré-açu, antas, macacos, cutias e lagartos. Ali também fica o Museu Paraense Emílio Goeldi, fundado em 1871.

  • Onde fica: Avenida Governador Magalhães Barata, 376
  • Horário de funcionamento: De quarta a domingo, das 9h às 17h
  • Ingresso: R$ 3 (adulto). Grátis para crianças até 12 anos e idosos a partir de 60 anos

 

Extras: mais pontos turísticos de Belém

Se tiver tempo no roteiro, conheça também:

 

11. Museu Histórico do Estado do Pará (Praça D. Pedro II, s/nº): localizado do Palácio Lauro Sodré, obra de arquiteto Antônio Landi, em estilo neoclássico (1777). Apresenta um acervo variado, do período colonial até a contemporaneidade.
Ingressos: R$ 4 (grátis para crianças até 7 anos e idosos). Às terças, entrada franca

12. Museu de Arte Sacra (Praça Frei Caetano Brandão): Acervo com mais de 300 peças sacras entre esculturas, quadros e prataria, com destaque para a imagem de São Francisco de Borja, feita em madeira com um vão na parte atrás que era usado para esconder ouro. Aos sábados, a igreja fica fechada.

13. Espaço São José Liberto (Praça Amazonas, s/nº): prédio de 1749, onde já funcionou também um presídio até o ano 2000. Hoje o espaço abriga joalheiras, venda de artesanatos, museus de pedras e utensílios indígenas.

14. Catedral da Sé (Praça Frei Caetano Brandão): É neste igreja que fica o ponto de partida da procissão do Círio de Nazaré. Barroca no exterior e neoclássica por dentro.

15. Museu de Arte de Belém: localizado no Palácio Antônio Lemos, sede do gabinete do prefeito, datado do século 19. Possui obras europeias e brasileiras, com obras que mostram o período de colonização de Belém.

 

VEJA MAIS:

Atrações em Manaus

Passeio com crianças em São Roque

 


Alessandra Oggioni

Alessandra Oggioni

Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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Santarém tem praias de água doce, rios e cachoeira

Santarém tem praias de água doce, rios e cachoeira

Não é à toa que Santarém, no Pará, é conhecida como a “Pérola do Tapajós”. Uma das cidades mais antigas da Amazônia tem atrações bem bacanas para quem quer conhecer um pouco mais a essência do Brasil. No destino, é possível curtir praias de água doce, fazer trilhas pela floresta, nadar em cachoeira, conhecer comunidades ribeirinhas, apreciar o artesanato local e degustar da culinária à base de peixes.

Para começar bem o roteiro por Santarém, nada melhor que do que curtir uma das atrações mais concorridas (e belas) da cidade: o pôr do sol na beira do cais. É ali que também é possível apreciar o famoso encontro das águas, mas aqui trata-se das águas barrentas do rio Amazonas com as águas azuis do rio Tapajós que nunca se misturam.

VEJA TAMBÉM: 15 pontos turísticos mais bacanas de Belém

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Praia de Alter do Chão é uma das mais frequentadas de Santarém (Foto: Lubasi)

E é por conta das águas cristalinas do rio Tapajós que a região conta com mais de 100 quilômetros de praias de água doce, que mais se parecem com o mar. Uma das mais frequentadas é a praia do povoado de Alter do Chão, conhecido como o Caribe Brasileiro, por suas areias brancas e águas claras. É ali que acontece também uma das mais antigas manifestações da cultura popular da Amazônia, o Sairé, que atrai turistas do mundo todo. A festa, que acontece no mês de setembro, já tem mais de 300 anos e mistura ritual religioso com shows e apresentações de danças típicas.

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Voltando às praias, um pouco mais à frente de Alter do Chão, fica a praia de Ponta de Pedras, com águas claras boas para banho, porém com menos infraestrutura (apenas barracas que vendem alimentos e bebidas). A distância do centro da cidade de Santarém até a entrada da praia é de aproximadamente 23 km, sendo que o acesso se dá pelas rodovias Fernando Guilhon e Everaldo Martins, ambas pavimentadas. Em seguida, continua por uma estrada não pavimentada, com extensão de 12 km. O acesso também pode ser efetuado por via fluvial, através do rio Tapajós.

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Tranquila e mais isolada está a praia Ponta de Pedra, em Santarém (Foto: Luciana Christante)

Além destas, ainda há outras opções de praias, como a de Arariá, Carapanari, Jutuba, Maracanã, Maria José, Pajuçara, Ponta do Cururu e Salvação.

LEIA TAMBÉM: Praias bonitas e baratas no Brasil

Se preferir visitar uma cachoeira, a do Aruã é ótima opção. Localizada na beira do rio Arapiuns, distante cerca de 100 quilômetros de sua foz. O acesso, porém, é feito somente por barco, e dura cerca de 10 horas, a partir de Santarém.

Santarém: Cultura e arte local

Além das praias e passeios ao ar livre, se quiser conhecer um pouco mais da história local, a dica é o museu Dica Frazão, com suas vestimentas e objetos feitos a partir de materiais da floresta. Tem também o Centro Cultural João Fona, uma construção de 1868, que guarda cerâmicas arqueológicas e resquícios das populações indígenas que habitaram a região.

Para conhecer o estilo de vida das comunidades ribeirinhas vá até a Floresta Nacional do Tapajós para visitar a comunidade Maguari, com cerca de 380 habitantes. Aproveite para ver também o artesanato feito a partir do látex, extraído ali mesmo, e que se transforma em sandálias e bolsas. No local, também são extraídas da mata ervas e óleos (copaíba, andiroba) que se transformam em anti-inflamatórios, repelentes e fluidos para massagens. Uma produção artesanal que gera trabalho e renda na localidade.

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Turistas a caminho da Floresta Nacional de Tapajós, em Santarém (Foto: Eduardo Aguilar)

Quando ir a Santarém

Para conhecer um pouco dos mais de 100 quilômetros de praias do rio Tapajós é só marcar a visitação para o período menos chuvoso (agosto a janeiro). Isso porque no “inverno”, especialmente no mês de maio, as águas atingem o nível mais alto e, com isso, as praias desaparecem.

Como chegar a Santarém

Localizada a mais de 800 quilômetros de Belém, capital do Pará, as principais companhias aéreas dispõem de voos para o Aeroporto de Santarém, geralmente com escalas em Belém.

VEJA MAIS: Passeio de balão pela Amazônia


Alessandra Oggioni

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Jornalista, mãe e apaixonada por viagens. Seu passatempo preferido é desenhar roteiros e dar pitacos na viagem dos amigos. Depois de passar por mais de 12 países e mais de 30 cidades pelo mundo, criou o blog Passaporte Digital, para reunir dicas de viagem para os melhores destinos no Brasil e no exterior.


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Roteiro de viagem: Palmas e arredores

Roteiro de viagem: Palmas e arredores

A capital mais jovem do Brasil, Palmas, no Tocantins, é um destino diferente para quem gosta de natureza, com parques, cachoeiras e praias artificiais. Digo diferente porque a cidade ainda não é vista como um centro turístico e serve principalmente como porta de entrada para o Deserto do Jalapão e para a cidade das cachoeiras Taquaruçu. Mas, ainda assim, é possível curtir alguns passeios locais, sem falar da culinária com influência goiana, mineira, paulista e maranhense.

Fundada em 1989, Palmas tem arquitetura moderna e ruas amplas. A Praça dos Girassóis, no centro, é um dos principais atrativos. Além da área verde, possui um piso multicolorido com referências a grupos indígenas do Tocantins. Ali também está o Memorial Coluna Prestes, uma obra do arquiteto Oscar Niemeyer, e o monumento ‘Os 18 do Forte de Copacabana‘, uma referência a um movimento militar de revolta contra o governo da República Velha.

LEIA TAMBÉM: Conheça os cânions incríveis da Chapada Diamantina

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Obra de Oscar Niemeyer na Praça dos Girassóis, em Palmas (foto: Hélia Vannucchi/Flickr)

Também não deixe de ver a Fonte iluminada, a Praça dos Três Poderes, a Súplica dos Pioneiros e a Cruz do Altar Ecumênico, onde foi rezada a missa de inauguração da construção de Palmas.

Se gosta de passeios ao ar livre, vale conhecer o Parque Cesamar, com lago e vegetação típica do cerrado, o orquidário (Espaço AMA) e as feiras do Bosque (aos domingos).

Praias artificiais

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Pôr do sol na Praia da Graciosa, praia artificial deliciosa em Palmas (foto: Eduardo Rolim/Flickr)

As praias artificiais de Palmas é o resultado do represamento do rio Tocantins para a construção da hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães – e alimentadas pelas águas do Lago de Palmas.

Fora da temporada, são locais bem tranquilos, com quiosques e cadeiras colocadas sobre a água.

As praias mais frequentadas são a do Prata e da Graciosa, que contam com bares e restaurantes.

Arredores
Nos arredores de Palmas, a apenas 35 km, está a cidade de Taquaruçu, que tem mais de 70 cachoeiras. O local também é ideial para fazer rapel, tirolesa, escalada e caminhada.

Veja o vídeo e conheça algumas atrações de Palmas.

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Melhor época para ir a Manaus

Melhor época para ir a Manaus

Manaus é uma cidade incrível, porta de entrada para a Amazônia. Mas se você está em dúvida em que período marcar sua viagem, nós temos a resposta! A melhor melhor época para ir a Manaus e conhecer a região amazônica é entre julho e setembro. Isso porque nestes meses as chuvas costumam ser mais breves e menos intensas, ideal para conhecer melhor as belezas naturais do local.

Então, se puder, evite viajar a Manaus entre dezembro e maio. Por conta do excesso de chuvas nesta época, a água inunda florestas e igarapés, dificultando um pouco os passeios.

Se quiser saber mais sobre Manaus, clique aqui e veja um roteiro com dicas do que fazer na capital do Amazonas.

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O que fazer em Manaus

Tesouro do Brasil, Manaus é uma cidade que merece ser explorada por nós, brasileiros. E não é só porque ela é a porta de entrada para a Amazônia. O destino tem muitos atrativos bacanas, com paisagens lindas, opções culturais, muita história e boa gastronomia. Neste texto, vamos dar dicas de o que fazer em Manaus.

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Vale a pena conhecer Manaus, porta de entrada para a Amazônia (foto: Bruno Zanardo)

A primeira delas é ficar pelo menos quatro dias por lá, para aproveitar com calma as atrações de Manaus e também dos arredores. Se puder, hospede-se em um hotel de selva, que é bem bacana. Também não deixe de provar as delícias da culinária local, especialmente os peixes típicos da região, como tucunaré, pirarucu e tambaqui.

Veja 5 dicas de o que fazer em Manaus.

1- Visitar o Teatro Amazonas

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Teatro Amazonas, de 1896, tem visitas guiadas e espetáculos teatrais

Símbolo do chamado Ciclo da Borracha, o Teatro Amazonas, de 1896, chama a atenção pela arquitetura. Se quiser conhecê-lo também por dentro, há visitas guiadas de segunda a sábado, das 9h às 17h. Ali também acontecem espetáculos teatrais, de música e dança (informe-se na data da sua visita).
Onde fica: Av. Eduardo Ribeiro, 659 – Centro, Manaus. Tel.: (92) 3622-1880
Entrada: R$ 20

2- Navegar pelo “Encontro das Águas”

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O famoso “encontro das águas” dos rios Negro e Solimões atrai turistas do mundo todo (foto: Rodolpho Emanuel)

Ver o famoso “encontro das águas” do escuro rio Negro com o barrento rio Solimões é, sem dúvida, uma atração imperdível. Para ver esta maravilha da natureza é preciso contratar um passeio de barco pelas agências de turismo ou empresas da região. Geralmente, as embarcações partem da Marina do Davi.

LEIA TAMBÉM: Passeio de balão pela Amazônia

3- Passar o dia na Praia de Ponta Negra

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Em Manaus, a praia é de água doce, do rio Negro (foto: Andre Passamani)

A “praia” de Ponta Negra, formada pela água doce do rio Negro, é uma delícia para passar o dia. Dá para nadar, tomar banho de sol ou simplesmente relaxar. Nas proximidades há restaurantes e lojas bacanas para comer ou fazer umas comprinhas.
Onde fica: a 20 quilômetros do centro de Manaus

4- Ver animais no Bosque da Ciência

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O Bosque da Ciência traz araras, jacarés, peixes-boi e muitos outros animais (foto: Gisele Porcaro)

Sob coordenação do INPA – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, o Bosque da Ciência é uma área de aproximadamente 13 hectares, localizado no perímetro urbano de Manaus. No local, os visitantes podem ver de perto animais como peixe-boi, ariranhas e jacarés, além de fazer trilhas suspensas.
Onde fica: Rua Otávio Cabral, s/nº – Manaus
Horário de funcionamento: de terça à sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 16h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 16h30.
Entrada: R$ 5 (grátis para crianças até 10 anos e idosos a partir de 60 anos)

5- Fazer compras na Central de Artesanato Branco e Silva

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Artesanato indígena é destaque na Central de Artesanato Branco e Silva, em Manaus (foto: Amanda Vieira)

Na hora das compras, o que mais se destaca em Manaus são as peças de artesanato indígena, feitas com materiais como palha de tucumã e de tucum, fibra, tela de juta e cipó titica. Um lugar certeiro para comprar estes objetos é o da Central de Artesanato Branco e Silva.
Onde fica: Avenida Ypiranga Monteiro, 1999
Horário de funcionamento: de terça à sexta-feira, das 9h às 18h; sábado, das 9h às 16h; e segunda, a partir do meio-dia

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