Turismo na Croácia: visite a Ilha de Brac e os lagos Plitvice

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A Croácia é um país incrivelmente lindo. Basta jogar a palavra no Google Imagens para ver paisagens realmente paradisíacas. E um desses lugares é o parque natural Plitvicka Jezera, onde ficam os lagos Plitvice, e também a bela Ilha de Brac. Quem dá as dicas para essa viagem maravilhosa é minha grande amiga Claudia Arcibelli, que foi fazer turismo na Croácia por quatro dias. Veja os conselhos preciosos que ela dá.1. Como chegar?
Como moro na Holanda, sei que há vários voos diretos para Split, na Croácia. Pode ser uma boa opção para quem sai do Brasil vir por Amsterdã. A Easyjet faz esse trajeto saindo de Amsterdã, por cerca de 130 euros. Chegando em Split, alugue um carro no próprio aeroporto. Uma dica boa para pesquisar e alugar carros em qualquer lugar do mundo é o RentalCars. Esse site compara preços entre várias companhias com valor em reais e informações em várias línguas, incluindo o português. Também aconselho sempre alugar um carro com navegador, por motivos óbvios. Porém não garanto que os navegadores vão dar a direção em português!LEIA TAMBÉM: Dicas essenciais antes de alugar um carro

De Split dirigimos até o porto, onde pegamos o ferry para a Ilha de Brac. Como soubemos do ferry? Aqui está o site para mais informações (só em inglês, infelizmente).


2. Onde ficar na Ilha de Brac
?
Eu fiquei num hotel que eu suuuuuuuper recomendo, o Villa Ana! Não sei se continua barato, mas na ocasião paguei 20 euros pela diária e fiquei num apartamento enorme e completo! Superlimpinho, fui muito bem atendida e estava bem perto da praia. Na verdade, cinco minutos caminhando estava no centro, que é também onde chegavam os barcos com excursões. Aliás, a Croácia é um país MUITO bonito, muito bem estruturado pro turismo. Tem ilhas maravilhosas, águas cristalinas. Por falta de um, tem sete parques nacionais. Um prato cheio pra quem gosta de natureza. Detalhe: os parques nacionais têm sua beleza nas quatro estações do ano. Já as praias, embora lindas, têm a água (muito) gelada o ano inteiro. Mas é um bom lugar para praticar kite surfe ou velejar.

3. O que fazer na Ilha de Brac?

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A paria de Bol, na Ilha de Brac, é de pedrinha, mas não machuca o pé (Foto: Claudia Arcibelli)

A 250 metros do hotel Villa Ana existem várias praias, porém a mais “desejada” é a praia de Zlatni Rat, a 30 minutos a pé, num passeio lindo, cheio de pinheiros. Ela é de pedrinha, não de areia. Mas é uma pedrinha lisa, não machuca o pé, caso você esteja se perguntando.

4. Onde se hospedar em Rastovaca
Depois de curtir a praia, fomos para a cidade de Rastovača (a umas 3 – 4 horas), onde fica o parque Plitvicka Jezera. Fiquei em uma guest house, a Ivan. Na verdade era uma casa grande, onde morava uma senhorinha que não falava nada além de croata, mas pareceu ser legal. Chegamos à noite e ela nos recebeu bem. O quarto era simples, mas confortável e limpo. Ficava a 5 minutos a pé do parque nacional.LEIA MAIS: Saiba onde é mais barato comprar euro

5. Visita aos lagos Plitvice

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Os lagos Plitvice, no parque nacional Plitvicka Jezera, é lindíssimo (Foto: Claudia Arcibelli)

O parque nacional Plitvicka Jezera é lindíssimo e fácil de percorrer. O preço da entrada varia de 55 – 180 kunas (moeda local) por adulto, o que equivale à 25 – 80 reais, dependendo da estação do ano. Na entrada existem várias trilhas, marcadas com as letras A – H, sendo que a H é a mais longa (e a que nós fizemos). Foram 8 horas de caminhada sem parar, mas muito leve. Não precisa escalar montanhas, nada disso. Quando é preciso subir, tem escadas. O parque é bem estruturado e limpo, tem restaurantes com preços acessíveis (serviam basicamente sanduíches) e banheiros bem espalhados.

Depois de fazer a visita, comemos em um restaurante que encontramos pela estrada (nos arredores do parque não achamos nenhum).
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Dentro do parque Plitvicka Jezera, na Croácia, encontramos belezas como estas (Foto: Claudia Arcibelli)

5. Minhas impressões sobre a Croácia

Caso você esteja se perguntando se as pessoas são legais e receptivas, eu diria que nesses quatro dias vi os dois extremos: ou eram muito mau-humoradas, de dar medo, ou simpatissíssimas! O país me pareceu seguro de forma geral, mas quando estávamos estacionando o carro para comprar o bilhete do ferry, um rapaz de bicicleta se aproximou querendo “ajudar”, indicando onde estacionar, disse que cuidaria do carro… essas coisas que estamos acostumados no Brasil. Não confiamos nele e vimos depois que o lugar que ele estava tentando indicar pra gente era um lugar proibido. Então, é bom ficar esperto!VEJA MAIS: Guia prático de Amsterdã, na Holanda

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